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A Kaspersky emitiu um alerta sobre como a utilização de inteligência artificial generativa por cibercriminosos está a apagar as "impressões digitais" humanas que tradicionalmente permitiam a atribuição de ataques. Ao gerar código, e-mails de phishing e conteúdos operacionais de forma neutra e padronizada, a IA elimina erros linguísticos distintivos e padrões específicos de programação, dificultando o trabalho dos analistas de segurança.
Experimentar antes de pagar. Este é o mote para o artigo que se segue. As pessoas, cada vez mais, preferem testar antes de comprar, sobretudo em jogos online graças a uma coisa chamada "demo game". Esta é uma versão que existe em muitas joga bets conhecidas e está a revelar-se uma tendência.
Um novo estudo global da Kaspersky revela que a vasta maioria das empresas europeias está a redefinir a gestão da sua segurança digital, com 70% das organizações a optarem pela externalização parcial ou total do seu Centro de Operações de Segurança (SOC). Esta tendência estratégica é impulsionada pela crescente sofisticação das ciberameaças e pela dificuldade em atrair especialistas qualificados internamente, levando 22% dos inquiridos na Europa a estarem já preparados para implementar o modelo integral de SOC-as-a-Service (SOCaaS).
A Republic of Gamers (ROG) e o estúdio KOJIMA PRODUCTIONS anunciaram uma colaboração estratégica que culminou no lançamento do ROG Flow Z13-KJP, um dispositivo 2-em-1 ultraportátil que redefine a intersecção entre o hardware de alta performance e a narrativa visionária dos videojogos. Esta parceria assenta no conceito "Ludens", a crença de que os seres humanos são jogadores e criadores, unindo o lema "For Those Who Dare" da ROG à visão "From Sapiens to Ludens" de Hideo Kojima.
NOS, Continente e Galp unem-se para ajudar as famílias portuguesas a poupar mais de 600€ por ano.
Gastos em telecomunicações, supermercado e combustível representam três das maiores parcelas do orçamento mensal das famílias portuguesas. São despesas inevitáveis, recorrentes e essenciais ao dia a dia.
Mas quando estas despesas passam a estar ligadas entre si, podem transformar-se numa fonte contínua de poupança.
"Silêncio em Código", o primeiro fôlego da série JailBreak, posiciona Luciano Patrão não apenas como um autor de ficção, mas como um arquiteto de realismo digital. Para quem acompanha o percurso técnico do autor no mundo da virtualização e infraestrutura, a transição para o romance de suspense é feita com uma precisão cirúrgica. O livro abandona a visão caricaturada da informática para nos entregar uma narrativa onde o teclado é uma arma e o código é uma linguagem de sobrevivência, elevando o padrão do que se espera de um techno-thriller escrito em língua portuguesa.