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A Check Point Research (CPR), a equipa de investigação da Check Point® Software Technologies Ltd., divulgou o seu Cloud Security Report 2025, elaborado com base num inquérito realizado a mais de 900 CISOs e líderes de TI. O estudo revela riscos significativos na proteção de ambientes híbridos, bem como em soluções Cloud e Edge, apontando falhas que podem pôr em causa a confiança, a agilidade e a resiliência das organizações.

O relatório destaca que, apesar da rápida adoção de tecnologias Cloud Edge e da utilização de ambientes híbridos e multicloud, muitas empresas mantêm modelos de segurança ultrapassados, inadequados para lidar com a complexidade crescente destes sistemas. O número de incidentes na cloud aumentou, com 65% das empresas a reportarem pelo menos um incidente no último ano. Apenas uma minoria conseguiu detetar e resolver estes problemas em menos de uma hora.

As organizações enfrentam também um excesso de ferramentas de segurança - mais de 70% usam mais de 10 soluções diferentes e quase metade recebe diariamente mais de 500 alertas - o que sobrecarrega as equipas e atrasa a resposta eficaz a incidentes. A visibilidade lateral continua a ser reduzida, com apenas 17% das empresas a conseguirem controlar o tráfego interno ('east-west'), facilitando a movimentação discreta de atacantes. Apesar de 68% das empresas considerarem a Inteligência Artificial uma prioridade na defesa cibernética, apenas um quarto se sente preparado para responder a ameaças baseadas em IA. Além disso, 61% continuam dependentes de firewalls de aplicações tradicionais (WAFs) baseadas em assinaturas, pouco eficazes perante técnicas de ataque mais sofisticadas.

Estas fragilidades comprometem a confiança e a agilidade operacional das organizações, sendo que 62% demoram mais de 24 horas a remediar incidentes. A utilização de múltiplas ferramentas desconexas contribui para uma carga operacional elevada e fragmenta os esforços de defesa, enquanto a ausência de visibilidade sobre o tráfego lateral e as APIs expande a superfície de ataque das empresas.

Perante este cenário, Paul Barbosa, Vice-Presidente de Cloud Security da Check Point, alerta para a necessidade urgente de abandonar ferramentas fragmentadas e modelos antigos de segurança, defendendo a adoção de soluções unificadas, inteligentes e automatizadas, mais adequadas à realidade descentralizada das infraestruturas atuais.

Como resposta imediata, a Check Point recomenda priorizar a prevenção e deteção baseada em IA, consolidar as plataformas de segurança para reduzir complexidade, garantir visibilidade total de todo o tráfego e automatizar a resposta a incidentes para aumentar a autonomia das equipas de segurança. As soluções CloudGuard e Infinity da Check Point permitem precisamente essa abordagem unificada, aplicada a redes, cloud, endpoints e ambientes de trabalho, reforçando a postura de segurança das organizações e mitigando os principais riscos identificados.

O relatório completo, com recomendações práticas para CISOs e equipas técnicas, está disponível online. Para mais informações, entrevistas com especialistas ou demonstrações das soluções, basta contactar a empresa.

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