As soluções anti-malware da Panda Security ofereceram a protecção proactiva mais eficaz num estudo realizado pela prestigiada organização AV-Test.org (http://www.av-test.org/ ) e divulgado pela publicação holandesa Security.nl (http://www.security.nl/article/17799/1/Panda_beste_proactieve_virusscanner_van_2007.html ). O estudo testou soluções de segurança de diversos fabricantes no que respeita a ameaças da lista “In-The-Wild”, durante Julho, Agosto e Setembro de 2007.

Os rácios de detecção foram medidos, utilizando as definições recomendadas para as protecções Web e de e-mail dos produtos (já que o vector de infiltração para a maioria do malware é a Internet).
As soluções da Panda Security detectaram proactivamente 91% das ameaças, um valor muito superior às percentagens registadas por empresas como a Sophos (86%), Kaspersky (69%), Trend Micro (68%), F-Secure (67%), Symantec (66%), McAfee (55%) ou Microsoft (48%).

É importante não esquecer que esta análise avaliou apenas tecnologias heurísticas e baseadas em assinaturas. Os produtos da Panda Security incluem níveis adicionais de protecção proactiva, tais como um Sistema de Prevenção de Intrusões baseado em Hosts (HIPS) e um módulo de análise comportamental, aumentando a protecção que oferecemos aos nossos clientes”, confirma Rui Lopes, Director do Departamento de Consultoria da Panda Security.

Para além disso, e de acordo com o mesmo estudo, o PandaLabs, o laboratório anti-malware da Panda Security, foi mais uma vez considerado um dos mais rápidos da indústria no fornecimento de protecção contra novas ameaças através de ficheiros de assinatura de vírus. É capaz de fornecer actualizações aos seus clientes de forma consideravelmente mais rápida do que os seus concorrentes mais directos.

As tecnologias reactivas, tais como a detecção de códigos maliciosos que utilizam assinaturas, continua a ser o método mais eficaz para detectar malware conhecido, sendo um importante nível de protecção para todos os computadores. Por isso, embora tenhamos a certeza de que as nossas tecnologias proactivas são capazes de bloquear a maioria das ameaças, continuamos a estabelecer procedimentos para optimizar a nossa resposta quanto à criação de vacinas para novos códigos maliciosos”, conclui Rui Lopes.

Mais informações acerca deste estudo disponíveis no site da AV-Test.org, em: http://www.av-test.org/

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