As reuniões híbridas deixaram o estatuto de solução provisória para se consolidarem como uma peça estrutural do mundo corporativo. No entanto, este novo paradigma trouxe um desafio imediato: garantir que os participantes remotos sentem o mesmo nível de presença e interação que os colegas fisicamente presentes na sala. Com o mercado europeu de videoconferência a crescer cerca de 10% ao ano e a apontar para os 3,7 mil milhões de dólares até 2027, as empresas procuram agora soluções qualitativas que entreguem experiências verdadeiramente imersivas e não apenas uma simples ligação de vídeo.
As empresas encontram-se num ponto de viragem crítico na adoção de Inteligência Artificial (IA), pressionadas a abandonar a fase de mera experimentação para integrarem de forma profunda esta tecnologia no coração das suas operações. As conclusões constam da edição de 2026 do estudo The State of AI in the Enterprise: The Untapped Edge, conduzido pela Deloitte, que revela um desfasamento entre o ritmo de adoção de novas tecnologias e a verdadeira transformação estrutural dos negócios. Atualmente, a grande maioria das organizações limita-se a utilizar a IA para melhorar a eficiência e automatizar tarefas básicas, sendo raras as que estão a aproveitar este momento para redesenhar modelos de negócio e funções laborais.
A Uber, líder global em serviços de mobilidade e entregas, anunciou uma expansão significativa da sua infraestrutura tecnológica e das suas capacidades de Inteligência Artificial (IA) através da Amazon Web Services (AWS). Esta parceria estratégica visa otimizar a vasta rede da empresa, recorrendo à plataforma AWS Graviton para suportar as complexas Trip Serving Zones e utilizando os inovadores processadores AWS Trainium para o treino piloto de novos modelos de IA. O objetivo central passa por garantir correspondências muito mais rápidas entre passageiros e motoristas, elevando a eficiência da gestão da procura a uma escala global.
Num consultório ou clínica de saúde, o tempo dedicado aos pacientes é um dos recursos mais valiosos. Sempre que a equipa é obrigada a concentrar-se excessivamente em tarefas administrativas, a eficiência operacional é afetada e o foco clínico dispersa-se.
Consultas, exames, relatórios e acompanhamento exigem rigor técnico e concentração. Quando a faturação e o controlo financeiro não estão devidamente estruturados, a carga burocrática aumenta e a organização interna fragiliza-se.
O rebranding é uma decisão estratégica que pode redefinir o rumo de uma empresa. Este artigo explica as 5 etapas essenciais, da auditoria de marca à implementação, para garantir uma transformação consistente, alinhada com o negócio e orientada para resultados.
Há fases na vida de uma empresa em que as pequenas otimizações já não bastam. O mercado evolui, os concorrentes reinventam-se e os clientes tornam-se mais exigentes e informados.
É neste contexto que o rebranding deixa de ser uma opção estética e passa a ser uma decisão estratégica.
A Ascendi, operadora de infraestruturas rodoviárias, acaba de dar um passo significativo na modernização da sua rede com o lançamento de um projeto inovador de análise centralizada de vídeo. Com recurso a tecnologia de inteligência artificial, a empresa portuguesa pretende transformar radicalmente a forma como monitoriza e gere diariamente as suas autoestradas, elevando os padrões de segurança rodoviária e de excelência operacional.