A Microsoft terá ainda enviado o conteúdo suspeito ao Centro Nacional de Crianças Desaparecidas ou Exploradas, entidade norte-americana que se dedica a esta causa.
Num comunicado assinado por Mark Lamb, diretor da unidade de crimes digitais da Microsoft, a empresa diz que “pornografia infantil viola tanto a lei quanto os próprios termos de serviço” sendo por isso claro que são usadas tecnologias automáticas para detetar qualquer tipo de comportamento que infrinja estes termos de utilização do serviço e que pode também trazer danos aos utilizadores e a outras pessoas.
A empresa norte-americana recorre a uma tecnologia chamada PhotoDNA, que cria uma “impressão digital” para cada imagem, permitindo a comparação de imagens que transitam nos servidores da companhia de Redmond com imagens existentes numa base de dados de fotografias de conteúdo ilegal e improprio.
A Microsoft deu indicações às autoridades norte-americanas dando conta que um individuo residente na Pennsylvania tinha na sua posse e partilhar imagens de conteúdo pedófilo através do serviço de armazenamento OneDrive.