A Microsoft deu indicações às autoridades norte-americanas dando conta que um individuo residente na Pennsylvania tinha na sua posse e partilhar imagens de conteúdo pedófilo através do serviço de armazenamento OneDrive.

O homem, com uma idade entre os 20 e os 30 anos de idade, usou igualmente a sua conta de e-mail, registada no serviço da Microsoft live.com, para tentar enviar duas fotografias com conteúdo ilegal. Estas imagens teriam sido obtidas através de uma aplicação chamada Kik.

 

A Microsoft terá ainda enviado o conteúdo suspeito ao Centro Nacional de Crianças Desaparecidas ou Exploradas, entidade norte-americana que se dedica a esta causa.

Num comunicado assinado por Mark Lamb, diretor da unidade de crimes digitais da Microsoft, a empresa diz que “pornografia infantil viola tanto a lei quanto os próprios termos de serviço” sendo por isso claro que são usadas tecnologias automáticas para detetar qualquer tipo de comportamento que infrinja estes termos de utilização do serviço e que pode também trazer danos aos utilizadores e a outras pessoas.

A empresa norte-americana recorre a uma tecnologia chamada PhotoDNA, que cria uma “impressão digital” para cada imagem, permitindo a comparação de imagens que transitam nos servidores da companhia de Redmond com imagens existentes numa base de dados de fotografias de conteúdo ilegal e improprio.

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Ler 1385 vezes Modificado em Ago. 24, 2014
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