A previsão surge uma semana depois de a Apple ter admitido a existência de um número «significativo» de iPhones desbloqueados, apesar de não revelar valores.
Mesmo assim na altura a maioria dos analistas previa um valor abaixo dos 20 pontos percentuais.
A Reuters refere que um cada vez maior número de iPhones desbloqueados poderá estar a preocupar a Apple, uma vez que esta empresa recebe uma percentagem do valor cobrado pela AT&T nos serviços do telemóvel.
O analista dá um exemplo referindo que se a Apple conseguir atingir a marca de 10 milhões de iPhones vendidos até ao fim do ano fiscal de 2008, mas com 30 por cento dos aparelhos desbloqueados, ficará a ganhar menos 500 milhões de dólares do que o previsto.
Por outro lado se a empresa de Steve Jobs começar a desligar os aparelhos desbloqueados poderá manter uma grande margem de lucros mas falhar os seus objectivos de vendas.
É isto que leva o analista a concluir que «além das implicações financeiras, acreditamos que a prevalência dos iPhones desbloqueados representa um dilema estratégico significativo para a Apple».
Fonte : SOL
Mesmo assim na altura a maioria dos analistas previa um valor abaixo dos 20 pontos percentuais.
A Reuters refere que um cada vez maior número de iPhones desbloqueados poderá estar a preocupar a Apple, uma vez que esta empresa recebe uma percentagem do valor cobrado pela AT&T nos serviços do telemóvel.
O analista dá um exemplo referindo que se a Apple conseguir atingir a marca de 10 milhões de iPhones vendidos até ao fim do ano fiscal de 2008, mas com 30 por cento dos aparelhos desbloqueados, ficará a ganhar menos 500 milhões de dólares do que o previsto.
Por outro lado se a empresa de Steve Jobs começar a desligar os aparelhos desbloqueados poderá manter uma grande margem de lucros mas falhar os seus objectivos de vendas.
É isto que leva o analista a concluir que «além das implicações financeiras, acreditamos que a prevalência dos iPhones desbloqueados representa um dilema estratégico significativo para a Apple».
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Um analista da consultora Bernstein Research prevê que actualmente nos EUA mais de um quarto dos iPhones estejam ligados a outras operadoras que não a AT&T, que detém o exclusivo do telemóvel. Toni Sacconaghi defende que este valor, que considera «surpreendente», poderá levar a Apple a repensar o modelo de distribuição do seu smartphone.