O interessado em “piratear” pode comprar uma destas box’s piratas na Internet, e que possui um preço médio perto dos 100€. Depois, o fornecedor, que possui uma conta legal de TV, fornece o sinal à box do seu cliente através da internet. Normalmente o acesso passa por um servidor estrangeiro como forma de dificultar a tarefa às autoridades policiais.
O fornecimento do sinal é feito mediante um pagamento mensal a rondar os 10€ por mês.
De acordo as contas da Federação Portuguesa de Editores de Videogramas (FEVIP) o valor estimado do rombo nas operadoras situa-se entre 6 e 10 % do valor da faturação mensal das empresas.
"Assim, podemos extrapolar que, segundo os dados da ANACOM [Autoridade Nacional de Comunicações], para o segundo trimestre de 2014, tendo em conta o valor médio de subscrição para a TV e banda larga fixa de 31,4 euros e sendo o número global de assinantes cerca de 3,25 milhões, o valor das perdas na sua globalidade varia entre um milhão e 600 mil euros por mês", adiantou ao JN fonte da FEVIP.

Obviamente, e porque ao longo dos últimos anos são cada vez mais noticia estes tipos de esquemas, quem recorre a esta solução de acesso à TV de subscrição, incorre, em pelo menos, quatro crimes puníveis com penas que podem chegar aos cinco anos de cadeia e avultadas multas.
Uma investigação levada a cabo pelo