Proprietários têm medo que a Microsoft os identifique, investigando o conteúdo guardado nos computadores.

 

Os sites que disponibilizam conteúdos ilegais (vulgarmente chamados “pirata”) estão a interditar o acesso a utilizadores que tenham instalado o Windows 10. Os proprietários receiam que a Microsoft consiga ler os conteúdos guardados no disco rígido do computado, identificando assim quem pratica pirataria.

 

 

A medida, aparentemente extrema, foi tomada depois de a Microsoft proceder à atualização do “Acordo de Serviços” do Windows 10. A alínea 7 dos novos termos estipula que “a Microsoft pode verificar automaticamente a versão do software”, e descarregar definições que possam impedir o utilizador de “jogar jogos contrafeitos ou usar dispositivos periféricos de hardware não autorizados”. No entanto, escrevem os sites especializados, não há indiciação de que estas medidas se apliquem a jogos de terceiros, e muito menos que a Microsoft seja capaz de monitorizar os conteúdos piratas que um jogador guarde no disco rígido do PC.

A interpretação deste ponto tem gerado algum alarmismo, mas até à data não há registo de que a empresa esteja a proceder a esse tipo de controlo.

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Ler 1668 vezes Modificado em Set. 04, 2015
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