- Segundo os investigadores, o facto de o malware ter obtido tanta popularidade indica que esteve disponível in aloja do Google durante bastante tempo sem ser detetado, ou seja, os criadores deste malware aplicaram seguramente diversas técnicas para eludir a análise de segurança do Google.
- Outro aspeto interessante é que este malware tem um amplo leque de exploits de ‘escalada de privilégios’, que se usam para instalar rootkits (programas que ocultam a presença de malware) no dispositivo, o que permite a sua permanência inclusive depois de o utilizador ter tentado desinstalá-lo.
- É relevante o facto de, no último mês, já terem sido encontrados dois casos de aplicações não autorizadas numa play store. Isto demonstra que a perceção geral de que as aplicações descarregadas de uma loja oficial são seguras é falsa.
- Por último, os peritos da Check Point indicam que está a notar-se um avanço continuado no desenvolvimento de malware para dispositivos móveis. Um malware que cada vez é mais sofisticado e que é capaz de eludir os mecanismos de segurança atuais.
Este malware foi descoberto pela solução Mobile Threat Prevention da Check Point e pode afetar mais de 1 milhão de utilizadores em todo o mundo. ACheck Point informou a Google no passado dia 10 de Setembro e a aplicação foi retirada do Google Play no dia 15.
Mais informações podem ser encontradas no site da CheckPoint em http://blog.checkpoint.com/2015/09/21/braintest-a-new-level-of-sophistication-in-mobile-malware .
Acaba de ser descoberto, pelo grupo de investigadores da