Segundo os investigadores, o software malicioso consegue variar a velocidade de rotação da ventoinha, numa cadência específica em código binário, que um simples microfone de smartphone capta e decifra, numa espécie de “código morse”.
Porém, este software possui algumas limitações conseguindo apenas transmitir cerca de 150 caracteres por hora, o suficiente para que sejam roubadas passwords fundamentais em sistemas de elevada segurança.
Apesar de estar a ser usado de forma meramente académica, esto tipo de ameaça demonstra que mesmo um computador sem ligação a periféricos, ecrã ou altifalante, pode ver a sua segurança comprometida.
Um grupo de investigadores da universidade israelita Ben Gurion revelaram ter conseguido roubar dados através do método Fansmitter, um malware que se aproveita das ventoinhas de arrefecimento de computadores atacados.