Mas rapidez da Apple não “beneficia” a maioria dos utilizadores, já que só 13,4% dos smartphones e tablets utilizam iOS, contra os 84,3% que contam com o Android como sistema operativo. Com uma quota de mercado tão grande, não é de estranhar que os organismos internacionais FTC (Federal Trade Commission) e FCC (Federal Communications Commission) pressionem a Google para que explique porque não lança atualizações de segurança de uma forma mais rápida. O ecossistema do Android suporta milhares de modelos e fabricantes de dispositivos, o que facilita aos cibercriminosos a tarefa de descobrir vulnerabilidades e dificulta a de desenvolver, testar e distribuir correções.
“A Google assegura que está a trabalhar para que as próximas versões do Android sejam mais seguras. A próxima versão 7.0, conhecida como Nougat, incluirá alterações que lhes permitirá implementar novas correções de uma forma mais rápida e independente de marcas e fabricantes. Além disso, as atualizações críticas serão descarregadas de forma passiva e instaladas automaticamente ao reiniciar o telefone”, explica Eusebio Nieva, diretor técnico da Check Point para Portugal e Espanha. “No entanto, cada nova versão introduzirá inevitavelmente novas vulnerabilidades que os hackers podem explorar. Além disso, haverá sempre quem procure por falhas para criar a próxima grande ameaça para dispositivos móveis”, conclui.
A Check Point Software Technologies Ltd., é o maior fornecedor mundial especializado unicamente em segurança, que proporciona soluções líderes da indústria e protege os clientes de ciberataques com uma taxa inigualável de capturas de malware e outros tipos de ameaças. A Check Point oferece uma completa arquitetura de segurança para defender desde as redes empresariais até aos dispositivos móveis, além da gestão da segurança mais intuitiva e integral
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