A cidade de Lisboa é hoje palco da maior competição pela melhor aplicação criada por jovens para resolver problemas sociais. No terceiro e último encontro regional do Apps for Good, que decorrerá esta tarde no Pavilhão Desportivo do Casal Vistoso, equipas de jovens entre os 10 e os 18 anos vão demonstrar o trabalho desenvolvido ao longo do ano letivo, apresentando as suas ideias (Apps) que solucionam problemas reais.

 

O encontro de hoje tem o apoio da Câmara Municipal de Lisboa e contará com a presença de vários membros do governo autárquico, como a Vereadora da Educação da Câmara, Catarina Albergaria, e o Diretor do Departamento de Educação da Câmara, Paulo Agostinho, estando igualmente presente João Carlos Sousa, Diretor da Equipa de Recursos e Tecnologias Educativas (ERTE), Maria João Horta e António Silva, da Direção Geral da Educação, e Filipe Almeida, Presidente do Portugal Inovação Social.

Estará também presente Guilherme Collares Pereira, Diretor da Fundação EDP, Luís Jerónimo, da Fundação Calouste Gulbenkian, Fernanda Ledesma, da Associação Nacional de Professores de Informática, e Manuela Pinto, da Direção da Associação Nacional de Professores de Inglês.

 

Lançado há cinco anos pelo CDI, o Apps for Good é um programa que pretende seduzir jovens (entre os 10 e 18 anos) e professores para a utilização da tecnologia como forma de resolver os seus problemas, propondo um novo modelo educativo mais intuitivo, colaborativo e prático. O objetivo do programa é o desenvolvimento de Apps para smartphones e tablets que possam contribuir para a resolução de problemas relacionados com a sustentabilidade do mundo em que vivemos.

 

A operacionalização do projeto decorre ao longo do ano letivo, onde professores (de todas as áreas disciplinares) e alunos têm acesso a conteúdos online com uma metodologia de projeto de 5 passos. Para apoiar no desenvolvimento do projeto, os participantes têm acesso a uma rede de especialistas que se ligam online à sala de aula, para prestar todo o apoio de esclarecimento de dúvidas. O modelo de implementação poderá ser em regime curricular ou extracurricular. No final do projeto, as escolas poderão optar por participar na competição que está dividida em duas fases: Encontros Regionais – semifinais em que todos os alunos são convidados a ir a Marketplace e a fazer o seu Pitch – e Evento Final – onde são premiadas as melhores soluções. Este ano letivo 2016/17 vão a concurso 140 ideias de apps.

 

“O Apps for Good desenvolve a capacidade criativa e empreendedora dos jovens, sendo a tecnologia um meio e não apenas um fim, na resolução de problemas e de causas sociais que permitam criar uma sociedade mais cívica e mais sustentável”, afirma João Baracho, diretor executivo do CDI.

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