Desta forma torna-se possível criar soluções que permitem desencriptar os computadores afetados com a primeira, segunda e terceira versão do Petya. A chave de desencriptação foi disponibilizada num ficheiro compactado, encriptado e protegido com uma password estando o mesmo alojado no serviço Mega.nz.
"They're right in front of you and can open very large doors" https://t.co/kuCUMZ5ZWP @hasherezade @MalwareTechBlog ;)
— JANUS (@JanusSecretary) 5 de julho de 2017
Empresas de segurança como a Kaspersky e a Malwarebytes já confirmaram a veracidade do código disponibilizado.