Segundo foi divulgado, uma vez instalada a extensão (denominada de Interface Online), passava a ser monitorizada toda a atividade do utilizador no navegador da Google. Quando o utilizador acedia a um determinado tipo de site, a extensão ativava uma rotina em JavaScript que conseguia capturar informações pessoais como o nome, password, etc… Uma vez capturada a informação, estes dados eram enviados pela extensão maliciosa para um servidor controlado pelos seus criadores…
Depois deste alerta, a extensão acabou por ser removida sendo que, de acordo com alguns especialistas, foi mesmo a responsável pelo sucesso de um esquema verificado no brasil e que atingiu diversos utilizadores de serviços de Internet Banking.
Esta não é a primeira vez que a loja de extensões da Google é usada para propagar malware, pois no ano passado também foi descoberta uma extensão, chamada iCalc, que redirecionava o tráfego do browser por um determinado servidor, monitorizando assim a atividade do utilizador. Após ter sido removida, surgiu uma outra extensão maliciosa que se ligava, igualmente, a um servidor controlado pelo mesmo grupo responsável pela iCalc…