A maioria dos participantes é da faixa etária dos 15 aos 18 anos, tendo o mais novo 7 e o menos novo 68 anos. As mais de 120 equipas recebem um kit em peças do robô “Bot’n Roll One A”. Segue-se a formação básica em eletrónica, programação e mecânica para permitir a construção do protótipo, num ambiente de entreajuda e com apoio permanente de 90 estudantes de Engenharia Eletrónica Industrial e Computadores. Na sexta-feira e sábado há desafios robóticos, onde os participantes testam os seus robôs em três provas: obstáculos, perseguição e dança, sendo esta última no sábado, às 14h30, e que pela sua espetacularidade cativa sempre muito público. No final, os participantes levam os robôs consigo.
Ao longo dos três dias non-stop (os jovens trazem saco-cama), há múltiplas atividades lúdicas e desportivas, como apresentação de gadgets, atuações de DJ e das tunas Afonsina e Tun’Obebes, torneios de xadrez e ténis de mesa, lançamentos de basquetebol e remates de futsal, aulas de jump, demonstrações de krav maga e kickboxing e espaço wireless. As novidades deste ano são as demonstrações de drones e de robôs móveis e autonómos, bem como as formações acreditadas para os professores em programação de micro-controladores, programação de drones e visão por computador.
“As 11 edições já realizadas juntaram no total mais de 5000 jovens entusiastas com vontade de se divertirem a aprenderem eletrónica, programação e mecânica”, afirma Fernando Ribeiro, coordenador da iniciativa e professor da Escola de Engenharia da UMinho. A RoboParty é considerada o maior evento mundial de robótica educacional, pois não há conhecimento de um evento do género com esta dimensão e impacto. Os seus sites oficiais são www.roboparty.org e www.facebook.com/RoboParty.