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Segundo adianta Chris Peterson, o carregamento do Youtube é, em média, cinco vez mais lento quando aberto no Edge ou no Firefox quando comparado com o Chrome e isso deve-se ao design que é baseado na biblioteca Polymer.
Ainda de acordo com o que indica Chris Peterson, quando o site do Youtube é carregado no Firefox ou no Edge, é usada uma versão preterida da API Shadow DOM, a v0, tornando por isso o carregamento mais lento do que quando é usado o Chrome que, neste caso, não recorre a esta versão.
No entanto existe uma solução para quem é afetado por este “bug”, bastando “voltar ao passado” e retroceder para a versão anterior do Youtube. Este processo passa por instalar uns addons que no caso do Firefox terá de ser instalada uma extensão para voltar ao website clássico. Os utilizadores do Microsoft Edge ou ao Safari, terão de recorrer a um script (um programa desenhado especialmente para correr uma função automática) e utilizá-lo no programa Tampermonkey.
No caso do Edge, é preciso descarregar a sua versão do Tampermonkey na Microsoft Store, ativá-lo nas extensões e fazer o download deste script para forçar o YouTube a voltar ao modo clássico. Para o Safari, o processo é semelhante, podendo descarregar o programa aqui e o script aqui.
De notar que não é a primeira vez que a Google leva a cabo este tipo de situação, pelo que é recorrente a modificação dos seus sites para que estes sejam executados de forma mais eficiente no seu navegador. Recorde-se que o Google Meet, o Google Earth, o YouTube Tv, o Allo e o YouTube Studio Beta chegaram, inclusive, a estar bloqueados no Edge no passado, sendo que os três primeiros encontram-se bloqueados para quem recorre ao Firefox.