O evento final contará com a presença do Ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, do Diretor-Geral da Educação, José Vitor Pedroso, do Administrador Executivo da Fundação Calouste Gulbenkian Pedro Norton, , a CEO do Apps for Good, Iris Lapinski, entre outras personalidades. O júri que irá avaliar as 22 aplicações finalistas será composto por elementos que representam os parceiros do programa.
Todas as aplicações nesta competição jovem pretendem impactar a sociedade para melhor. Exemplos de uma aplicação que ajuda os pais a fazerem um registo rápido e a visualizarem os dados do seu recém-nascido; um dicionário digital que permite consultar o significado de palavras através da câmara do telemóvel, texto ou pesquisa por voz; uma plataforma de comunicação com voluntários, fontes de alimento e particulares/empresas que pretendam fazer um donativo; outra que pretende facilitar a vida a todas as pessoas que necessitem de pequenas reparações ou serviços em casa, ou ainda outra que agrega e disponibiliza informação sobre a capacidade dos parques de estacionamento e de lugares vagos, entre outras.
Programa:
Dia: 24 de setembro de 2018
Local: Fundação Calouste Gulbenkian (Lisboa)
Agenda:
12h00 – Receção das equipas de alunos e professores
13h30 – Pitch: Apresentações feitas pelas equipas de alunos em sessões de 3 minutos (aberto aos interessados em ouvir as apresentações das equipas)
Evento Público
15h30 – Marketplace: Mostra de todas as aplicações pelas equipas de alunos
16h45 – Entrega de Prémios
17h30 – Encerramento
“A tecnologia deve ser um meio, e não apenas um fim, para a resolução de problemas e de causas sociais que permitam criar uma sociedade mais inclusiva, cívica e sustentável, e o Apps for Good desenvolve a capacidade crítica, criativa e empreendedora dos jovens”, afirma João Baracho. O diretor executivo do CDI salienta ainda que “tendo como objetivo final a criação de aplicações que abordem um tema de desenvolvimento sustentável do mundo em que vivemos, o programa permite que os jovens se sintam capazes de mudar o mundo”.
Lançado há cinco anos pelo CDI Portugal, o Apps for Good é um programa que pretende seduzir jovens (entre os 10 e 18 anos) e professores para a utilização da tecnologia como forma de resolver os seus problemas, propondo um novo modelo educativo mais intuitivo, colaborativo e prático. O objetivo do programa é o desenvolvimento de Apps para smartphones e tablets que possam contribuir para a resolução de problemas relacionados com a sustentabilidade do mundo em que vivemos.
A operacionalização do projeto decorre ao longo do ano letivo, onde professores (de todas as áreas disciplinares) e alunos têm acesso a conteúdos online com uma metodologia de projeto de 5 passos. Para apoiar no desenvolvimento do projeto, os participantes têm acesso a uma rede de especialistas que se ligam online à sala de aula, para prestar todo o apoio de esclarecimento de dúvidas. O modelo de implementação poderá ser em regime curricular ou extracurricular.
No final do projeto, as escolas poderão optar por participar na competição que está dividida em duas fases: Encontros Regionais – semifinais em que todos os alunos são convidados a ir a Marketplace e a fazer o seu pitch – e Evento Final – onde são premiadas as melhores soluções.
O Apps for Good conta com vários parceiros, como a Microsoft, Fundação Calouste Gulbenkian, Synopsys, Fundação PT, Fujitsu, Siemens, SAP, DNS.pt, REN, SIVA, BNP Paribas, SAGE, IBM, DECSIS, SRS Advogados e PWC entre outros, mas também parceiros institucionais, como a Direção-Geral de Educação, a Associação Nacional de Professores de Informática, a APDC, a Educom, o Instituto de Educação da Universidade de Lisboa, a Associação Portuguesa de Professores de Inglês e a Associação de Professores de Matemática. Este programa é ainda financiado pela Iniciativa Portugal Inovação Social.