Os suspeitos foram conduzidos a Lisboa e ficaram em prisão preventiva, depois de sujeitos a novo interrogatório judicial.
De acordo com as autoridades, os arguidos já actuavam em Portugal desde Outubro e terão realizado diversas burlas informáticas através do método conhecido por «phishing».
O modo de actuação consistia no envio de vírus para potenciais vítimas que, sem se aperceberem, enquanto acediam ao sistema Netbanco, permitiam o acesso e conhecimento dos códigos e passwords, segundo a polícia.
Os dois piratas informáticos utilizam posteriormente estes mecanismos de acesso para transferências interbancárias em seu benefício.
«Os movimentos bancários que os arguidos realizaram em Portugal ascendem aos 250.000 euros, não sendo de descartar a hipótese de novas vítimas virem a ser conhecidas aquando da peritagem aos computadores apreendidos», refere a fonte da polícia.
Em buscas domiciliárias, as autoridades recuperaram material informático que continha software não detectável ao controlo de antivírus.
A investigação teve início em Fevereiro, na sequência de uma queixa contra desconhecidos apresentada na PSP de Lisboa por um empresário que se queixava de terem acedido à sua conta bancária, através de meios informáticos, e transferido para outras contas 26 mil euros.
A PSP conseguiu apurar o destino do dinheiro e identificar os autores do ilícito que foram detidos em Abril, quando se encontravam num ponto de acesso à Internet no Centro Comercial Colombo, em Lisboa.
Já na altura, foi aprendido diverso material informático, em buscas domiciliaras, alegadamente usado nos crimes.
Presentes a tribunal, os dois suspeitos saíram em liberdade mediante apresentações periódicas às autoridades, entrega de passaportes e pagamento de caução.
«Os arguidos não cumpriram as ordens judiciais e de imediato colocaram-se em fuga para a cidade de Bragança, onde continuaram a realizar ataques a contas bancárias de vários empresário nacionais com negócios em cidades como Castelo Branco, Lisboa, Sintra, Évora, Leiria e Porto», refere a PSP.
Segundo a polícia, os dois piratas informáticos são também suspeitos da autoria de um crime semelhante, em Bragança, em que um cidadão se queixa do desvio de cinco mil euros da sua conta a prazo numa agência bancária da cidade.
A PSP acredita que «deteve dois perigosos criminosos que, com os conhecimentos informáticos que possuem, poderiam lesar, quer a nível nacional, que a nível internacional, outras empresas e entidades».
Fonte : Diário IOL
De acordo com as autoridades, os arguidos já actuavam em Portugal desde Outubro e terão realizado diversas burlas informáticas através do método conhecido por «phishing».
O modo de actuação consistia no envio de vírus para potenciais vítimas que, sem se aperceberem, enquanto acediam ao sistema Netbanco, permitiam o acesso e conhecimento dos códigos e passwords, segundo a polícia.
Os dois piratas informáticos utilizam posteriormente estes mecanismos de acesso para transferências interbancárias em seu benefício.
«Os movimentos bancários que os arguidos realizaram em Portugal ascendem aos 250.000 euros, não sendo de descartar a hipótese de novas vítimas virem a ser conhecidas aquando da peritagem aos computadores apreendidos», refere a fonte da polícia.
Em buscas domiciliárias, as autoridades recuperaram material informático que continha software não detectável ao controlo de antivírus.
A investigação teve início em Fevereiro, na sequência de uma queixa contra desconhecidos apresentada na PSP de Lisboa por um empresário que se queixava de terem acedido à sua conta bancária, através de meios informáticos, e transferido para outras contas 26 mil euros.
PSP Apurou Destino do Dinheiro
A PSP conseguiu apurar o destino do dinheiro e identificar os autores do ilícito que foram detidos em Abril, quando se encontravam num ponto de acesso à Internet no Centro Comercial Colombo, em Lisboa.
Já na altura, foi aprendido diverso material informático, em buscas domiciliaras, alegadamente usado nos crimes.
Presentes a tribunal, os dois suspeitos saíram em liberdade mediante apresentações periódicas às autoridades, entrega de passaportes e pagamento de caução.
«Os arguidos não cumpriram as ordens judiciais e de imediato colocaram-se em fuga para a cidade de Bragança, onde continuaram a realizar ataques a contas bancárias de vários empresário nacionais com negócios em cidades como Castelo Branco, Lisboa, Sintra, Évora, Leiria e Porto», refere a PSP.
Crimes em Todo o País
Segundo a polícia, os dois piratas informáticos são também suspeitos da autoria de um crime semelhante, em Bragança, em que um cidadão se queixa do desvio de cinco mil euros da sua conta a prazo numa agência bancária da cidade.
A PSP acredita que «deteve dois perigosos criminosos que, com os conhecimentos informáticos que possuem, poderiam lesar, quer a nível nacional, que a nível internacional, outras empresas e entidades».
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Dois piratas informáticos foram detidos em Bragança por suspeita de desviaram, pelo menos, 250 mil euros de contas bancárias em diversos pontos de Portugal através da Internet, divulgou esta quarta-feira a polícia, escreve a Lusa.