A fase 2 do bloqueio ao futebol pirata já está em andamento, dando seguimento ao que foi iniciado pela LaLiga e pela Telefónica sendo que os esforços para acabar com esses conteúdos ilegais estão a aumentar, e agora, 78 sites ilegais desaparecerão do mapa para evitar que os utilizadores assistam ao futebol sem pagar.
A temporada 2020/2021 marcou o início das medidas dessas empresas, impedindo que os utilizadores assistissem aos diferentes jogos nas suas casas sem pagar, uma vez que têm a autorização da justiça para bloquear os sites que se dedicam a estas causa.
O principal objetivo da fase 2 do bloqueio ao futebol pirata é proteger os direitos de propriedade intelectual dos operadores que oferecem o futebol de maneira legal, como a Movistar+, Orange ou DAZN. Esses operadores investem quantias consideráveis de dinheiro para adquirir os direitos de transmissão do futebol, permitindo-lhes oferecer uma qualidade de imagem e som, supostamente, ótima.
Ao bloquear o acesso às transmissões ilegais, pretende-se incentivar o consumo legal de futebol e garantir a sustentabilidade do setor. Eliminar o futebol pirata envolve bloquear diferentes elementos que oferecem esse serviço, como 23 páginas IPTV, 7 páginas de venda de IPTV, 30 sites de streaming e 18 que oferecem conteúdo via Torrent.
O futebol é um espetáculo que movimenta milhões de euros e emoções. Por isso, é importante entender o funcionamento dessas ações contra a oferta gratuita desse tipo de conteúdo. A fase 2 do bloqueio ao futebol pirata é um passo em frente na luta contra a pirataria, e que procura preservar a qualidade e a legalidade do futebol na Espanha.
A Digi, Movistar, Orange, Vodafone e MásMóvil fazem parte do grupo de operadoras que aplicarão as mudanças ao bloquear diferentes sites ilegais.