Em comunicado o presidente e CEO da Consumer Electronics Association (CEA), Gary Shapiro, defendeu que «apesar de uma economia em retracção, o entusiasmo esteve ao rubro nos corredores da CES, com um grande volume de produtos inovadores, uma presença de grande quantidade de executivos seniores da indústria da electrónica de consumo, a participação de diversas empresas e governos internacionais».
Mesmo assim a CEA, a organizadora da CES, destacou a presença de mais de 2700 empresas, 300 das quais presentes pela primeira vez, que apresentaram cerca de 20 mil novos produtos, em áreas que considera serem o futuro do sector, nomeadamente televisão de alta definição em três dimensões (3D HDTV), televisão via Web e entretenimento.
A nível de personalidades, a organização destacou a presença não só de líderes da indústria, como os CEOs da Sony e Microsoft, Howard Stringer e Steve Ballmer, respectivamente, mas também celebridades como os cantores Stevie Wonder ou Ludacris e actores como Tom Hanks.
«O sucesso da CES 2009 dá-nos o optimismo de que a inovação vai renovar o motor económico mundial», concluiu o Gary Shapiro.
Fonte : SOL
Mesmo assim a CEA, a organizadora da CES, destacou a presença de mais de 2700 empresas, 300 das quais presentes pela primeira vez, que apresentaram cerca de 20 mil novos produtos, em áreas que considera serem o futuro do sector, nomeadamente televisão de alta definição em três dimensões (3D HDTV), televisão via Web e entretenimento.
A nível de personalidades, a organização destacou a presença não só de líderes da indústria, como os CEOs da Sony e Microsoft, Howard Stringer e Steve Ballmer, respectivamente, mas também celebridades como os cantores Stevie Wonder ou Ludacris e actores como Tom Hanks.
«O sucesso da CES 2009 dá-nos o optimismo de que a inovação vai renovar o motor económico mundial», concluiu o Gary Shapiro.
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A edição de 2009 da Consumer Electronics Show (CES) terminou ontem com mais de 20 mil novos produtos apresentados em quatro dias. Apesar de menos visitantes face ao ano passado, a organização da CES defende que a crise não afectou o mercado da electrónica de consumo.