O início deste despedimento aconteceu em Fevereiro, quando o jornalista enviou um e-mail, através da sua conta pessoal, para um deputado parisiense, onde fazia algumas criticas à legislação.
Um mês depois Jérôme Bourreau terá reunido com um executivo da cadeia televisiva, que lhe disse que ele «não tinha direito a ter essa opinião», admitindo que a mensagem lhe terá sido enviada por alguém do Ministério da Cultura.
Já a 16 de Abril o jornalista foi despedido com a justificação de que ao opor-se a esta lei, estava a opor-se ao grupo TF1.
Num comunicado citado pelo Libération, a cadeia refere que despediu Jérôme Bourreau por ter «posições radicais (…) contrárias às declarações oficiais do grupo, que defende esta lei».
Um mês depois Jérôme Bourreau terá reunido com um executivo da cadeia televisiva, que lhe disse que ele «não tinha direito a ter essa opinião», admitindo que a mensagem lhe terá sido enviada por alguém do Ministério da Cultura.
Já a 16 de Abril o jornalista foi despedido com a justificação de que ao opor-se a esta lei, estava a opor-se ao grupo TF1.
Num comunicado citado pelo Libération, a cadeia refere que despediu Jérôme Bourreau por ter «posições radicais (…) contrárias às declarações oficiais do grupo, que defende esta lei».
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O responsável pelos centros de inovação do site da televisão francesa TF1, Jérôme Bourreau, foi despedido na sequência de uma crítica que fez à polémica lei antipirataria de Sarkozy, que prevê o corte da Internet a quem faça downloads ilegais.