O ministro reuniu com a SPA e, do encontro, surgiu a decisão de criar um grupo de trabalho para defender os direitos dos autores e dos artistas. «[A SPA] julgou que eu tinha dito coisas que não disse. Eu depois disse-lhes o que disse e eles disseram "Ah, mas se foi isso que disse, nós ficamos contentíssimos"», disse Pinto Ribeiro, em declarações à Agência Lusa.
O ministro defendeu um controlo sobre os downloads ilegais, mas sublinhou que a solução terá de passar por encontrar «um modelo de negócio que a um tempo permita remunerar os autores (...) e por outro lado assegure a acessibilidade a esses mesmos produtos». «Esse controlo só deve e pode ser feito nos termos que estão previstos na Constituição e que estão previstos na lei», sublinhou.
O ministro defendeu um controlo sobre os downloads ilegais, mas sublinhou que a solução terá de passar por encontrar «um modelo de negócio que a um tempo permita remunerar os autores (...) e por outro lado assegure a acessibilidade a esses mesmos produtos». «Esse controlo só deve e pode ser feito nos termos que estão previstos na Constituição e que estão previstos na lei», sublinhou.
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