RESPOSTA DO MESTRE:
Ò minha querida, com que então nem na Second Life se livra de lavar escadas e casas de banho?
Olhe lá, já pensou em mudar de turnos? Se trabalhasse das 22 às 6 da manhã, em vez de mulher-a-dias podia ser mulher a noites.
É certo que ia continuar a passar grande parte do tempo em posições acrobáticas, mas pelo menos ia ganhar bem melhor! Principalmente se o seu aspirador tivesse um grande poder sde sucção. If you know what I mean?
Burlado virtualmente
Como estava farto da vida real, onde não tinha sucesso e toda a gente me enganava, experimentei um desses jogos em que levamos uma vida virtual. Mas nem aí tive sorte! Aluguei um apartamento virtual todo catita, com vista para o mar e tudo. O problema é que paguei com dinheiro real e descobri, tarde demais, que o apartamento não existia.
Nem no mundo real, nem no virtual.
Crispim Sertório, Cabanas de Viriato
RESPOSTA DO MESTRE:
Caro Amigo, esse tipo de jogos está relacionado com o facto das pessoas hoje em dia terem necessidade de se alienarem e de viverem experiências que nunca teriam no mundo real...
Eh pá, o que é que eu estou pr'aqui a dizer!? Ò Crispim, tu para passares os dias inteiros a viver uma vida de faz de conta, na Internet, é porque deves ter uma existência ainda mais monótona que a programação da RTP 2.
Não me digas que não há mulheres na tua terra? Nem tascas, para te embebedares?
Em vez de estares pr'aí feito palerma a jogares esses jogos, vê lá mas é se arranjas um emprego de jeito. Se não, em vez de seres um desalojado virtual, ainda passas a ser também desalojado real.
Ò minha querida, com que então nem na Second Life se livra de lavar escadas e casas de banho?
Olhe lá, já pensou em mudar de turnos? Se trabalhasse das 22 às 6 da manhã, em vez de mulher-a-dias podia ser mulher a noites.
É certo que ia continuar a passar grande parte do tempo em posições acrobáticas, mas pelo menos ia ganhar bem melhor! Principalmente se o seu aspirador tivesse um grande poder sde sucção. If you know what I mean?
Burlado virtualmente
Como estava farto da vida real, onde não tinha sucesso e toda a gente me enganava, experimentei um desses jogos em que levamos uma vida virtual. Mas nem aí tive sorte! Aluguei um apartamento virtual todo catita, com vista para o mar e tudo. O problema é que paguei com dinheiro real e descobri, tarde demais, que o apartamento não existia.
Nem no mundo real, nem no virtual.
Crispim Sertório, Cabanas de Viriato
RESPOSTA DO MESTRE:
Caro Amigo, esse tipo de jogos está relacionado com o facto das pessoas hoje em dia terem necessidade de se alienarem e de viverem experiências que nunca teriam no mundo real...
Eh pá, o que é que eu estou pr'aqui a dizer!? Ò Crispim, tu para passares os dias inteiros a viver uma vida de faz de conta, na Internet, é porque deves ter uma existência ainda mais monótona que a programação da RTP 2.
Não me digas que não há mulheres na tua terra? Nem tascas, para te embebedares?
Em vez de estares pr'aí feito palerma a jogares esses jogos, vê lá mas é se arranjas um emprego de jeito. Se não, em vez de seres um desalojado virtual, ainda passas a ser também desalojado real.
{mosgoogle}
Ele aí está! O Engenheiro Melgabaite, conceituado infomático que rejeitou convites da Microsoft e Apple, junta-se à equipa da Wintech e está connosco quinzenalmente para responder a todas as vossas dúvidas.