A nova tecnologia da Kaspersky baseia-se na intercepção de pedidos provenientes das aplicações no sentido de mudar as datas de modificação de um ou mais ficheiros. Estes pedidos são registados em cada arquivo e armazenados numa base de dados. Posteriormente, essa informação é vinculada a um módulo especial, geralmente um componente do programa antivírus, que compara o contador de tempo ao registo pertinente. As variações no contador de registo de tempo que não correspondam às alterações pertinentes na data de modificação indicam uma alteração do ficheiro e sua possível infecção por malware. O programa antivírus procede então à análise do ficheiro em busca de código malicioso, gerando um alerta em caso afirmativo.
“A grande vantagem deste método é que é rápido e permite analisar os arquivos com o mínimo consumo de recursos do sistema. A tecnologia faz com que as operações do antivírus sejam mais transparentes para o utilizador, sem sacrificar o seu elevado nível de protecção”, explica Nadia Kashchenko, directora do conselho de propriedade intelectual da Kaspersky Lab, segundo a qual esta tecnologia agora patenteada já está a ser integrada nos produtos da companhia.
“A grande vantagem deste método é que é rápido e permite analisar os arquivos com o mínimo consumo de recursos do sistema. A tecnologia faz com que as operações do antivírus sejam mais transparentes para o utilizador, sem sacrificar o seu elevado nível de protecção”, explica Nadia Kashchenko, directora do conselho de propriedade intelectual da Kaspersky Lab, segundo a qual esta tecnologia agora patenteada já está a ser integrada nos produtos da companhia.
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As implicações que a modificação de um ficheiro pode ter para a segurança de uma empresa ou consumidor particular tornaram a garantia da integridade dos dados numa das principais prioridades da indústria da segurança em TI. Actualmente existem vários métodos para proceder a este controlo da integridade dos dados, como o chamado “hashing” ou a assinatura digital. Não obstante, a Kaspersky considera que existem vários problemas associados a estes métodos, nomeadamente um elevado consumo dos recursos informáticos ou a escassa fiabilidade.