"Muitas vezes entregaram-se neste país mais de 40 mil computadores por semana. Ao longo destes últimos dois anos, em média, foram distribuídos cerca de dois mil computadores por dia. Ao contrário de outros programas, este teve sucesso porque o Estado envolveu-se nesta ambição com os operadores. Houve uma concertação estratégica", sustentou o primeiro-ministro. Neste ponto, Sócrates aproveitou para deixar críticas indirectas à forma como algumas forças da oposição encararam esta parceria entre Estado e empresas na distribuição de computadores.
"Um milhão de computadores distribuídos, isto é obra! E que incompreensões tivemos de enfrentar e que obstáculos e que críticas. Dois anos depois, temos o orgulho de dizer que este país é o primeiro do mundo onde todas as crianças que frequentam o primeiro ciclo do Ensino Básico têm acesso ao computador", afirmou. Sócrates defendeu ainda que o programa de distribuição de computadores "foi um factor de igualdade de oportunidades".
"Se todos tiverem acesso às tecnologias de informação, significa que estamos a modernizar o país sem deixar ninguém para trás", advogou o líder do executivo.
Na sua intervenção, José Sócrates referiu-se também aos resultados do programa Novas Oportunidades.
"Um dos sinais de esperança para este país resulta de ter 900 mil inscritos num programa de valorização das suas qualificações pessoais. Podíamos nada ter feito e esperar por uma próxima geração mais qualificada. Mas isso seria um erro, porque Portugal precisa desta geração qualificada", declarou.
"Um milhão de computadores distribuídos, isto é obra! E que incompreensões tivemos de enfrentar e que obstáculos e que críticas. Dois anos depois, temos o orgulho de dizer que este país é o primeiro do mundo onde todas as crianças que frequentam o primeiro ciclo do Ensino Básico têm acesso ao computador", afirmou. Sócrates defendeu ainda que o programa de distribuição de computadores "foi um factor de igualdade de oportunidades".
"Se todos tiverem acesso às tecnologias de informação, significa que estamos a modernizar o país sem deixar ninguém para trás", advogou o líder do executivo.
Na sua intervenção, José Sócrates referiu-se também aos resultados do programa Novas Oportunidades.
"Um dos sinais de esperança para este país resulta de ter 900 mil inscritos num programa de valorização das suas qualificações pessoais. Podíamos nada ter feito e esperar por uma próxima geração mais qualificada. Mas isso seria um erro, porque Portugal precisa desta geração qualificada", declarou.
{mosgoogle}