Com base numa sondagem a mais de 273 organizações, representativa do tecido empresarial de médio e grande porte em Portugal, a IDC constatou que a percepção do Windows 7 pelo mercado nacional é positiva, com 59% das organizações inquiridas a afirmarem a intenção de mudar para o Windows 7, 18% não sabem e apenas 23% dizem que não pretender migrar. Nesta mesma sondagem foi apurado igualmente que 20% do parque instalado inquirido migrou para Windows Vista nos últimos dois anos.
Razões para mudar para o Windows 7
Ao nível empresarial, as duas principais razões indicadas pelas organizações que pretendem mudar prendem-se com o melhor desempenho, aqui entendido como o conjunto de características de comportamento e rendimento do próprio sistema operativo (61%), e com o aumento previsto na produtividade da organização (40%). A principal razão indicada pelas organizações que não pretendem migrar é a actual satisfação com o sistema operativo em uso (65%).
Em relação ao segmento de consumo, onde a decisão de migração está fundamentalmente associada a aquisição de um novo PC, a IDC contactou com os principais fabricantes, retalhistas e operadores de telecomunicações e constatou que no último trimestre de 2009 mais de 2/3 da oferta existente no retalho já contemplaria o Windows 7.
Neste contexto de grande pressão financeira, a após dois anos de forte crescimento derivado dos programas governamentais, a IDC acredita que em 2010 o Windows 7 será o principal dinamizador do mercado de PCs.
Para Claudia Goya, Directora Geral da Microsoft em Portugal “os resultados deste estudo abrem-nos boas perspectivas para 2010. Estávamos confiantes na aceitação do Windows 7 quando o apresentámos oficialmente no passado dia 22 de Outubro, mas a última palavra é sempre dos nossos clientes e utilizadores” e prosseguiu “Também nos apraz verificar o papel expectável que o novo Windows poderá ter na dinamização do mercado de tecnologia em Portugal. Temos sempre bem presente que o impacto gerado pela Microsoft em Portugal abrange uma esfera de quase 4,000 parceiros nacionais, cujo sucesso está fortemente ligado à nossa capacidade de produzir inovação e de fazer chegar ao mercado tecnologias que ajudem os utilizadores a executar com mais facilidade, produtividade e eficácia as tarefas onde dependem da tecnologia”.
Em relação ao segmento de consumo, onde a decisão de migração está fundamentalmente associada a aquisição de um novo PC, a IDC contactou com os principais fabricantes, retalhistas e operadores de telecomunicações e constatou que no último trimestre de 2009 mais de 2/3 da oferta existente no retalho já contemplaria o Windows 7.
Neste contexto de grande pressão financeira, a após dois anos de forte crescimento derivado dos programas governamentais, a IDC acredita que em 2010 o Windows 7 será o principal dinamizador do mercado de PCs.
Para Claudia Goya, Directora Geral da Microsoft em Portugal “os resultados deste estudo abrem-nos boas perspectivas para 2010. Estávamos confiantes na aceitação do Windows 7 quando o apresentámos oficialmente no passado dia 22 de Outubro, mas a última palavra é sempre dos nossos clientes e utilizadores” e prosseguiu “Também nos apraz verificar o papel expectável que o novo Windows poderá ter na dinamização do mercado de tecnologia em Portugal. Temos sempre bem presente que o impacto gerado pela Microsoft em Portugal abrange uma esfera de quase 4,000 parceiros nacionais, cujo sucesso está fortemente ligado à nossa capacidade de produzir inovação e de fazer chegar ao mercado tecnologias que ajudem os utilizadores a executar com mais facilidade, produtividade e eficácia as tarefas onde dependem da tecnologia”.