A classe social é a variável que apresenta maiores diferenças. A penetração de banda larga atinge 81,6% dos lares da classe alta, baixando progressivamente até aos 9,4% apresentados pela classe baixa.
Os lares da Grande Lisboa e Grande Porto apresentam um valor superior à média, sendo que na Grande Lisboa o acesso à internet por banda larga é comum à maioria dos lares (50,5%).
Entre os lares com uma ou duas pessoas, o acesso por banda larga é de 21,0%, muito inferior aos 57,7% de lares com mais de duas pessoas que também acede dessa forma.
Na análise da idade média do agregado familiar, vemos que é nos lares cujos membros têm entre 31 e 45 anos que é mais frequente este tipo de acesso (63,1%), contrariamente aos lares mais idosos, onde apenas 5,7% acede à internet por banda larga.
Os lares da Grande Lisboa e Grande Porto apresentam um valor superior à média, sendo que na Grande Lisboa o acesso à internet por banda larga é comum à maioria dos lares (50,5%).
Entre os lares com uma ou duas pessoas, o acesso por banda larga é de 21,0%, muito inferior aos 57,7% de lares com mais de duas pessoas que também acede dessa forma.
Na análise da idade média do agregado familiar, vemos que é nos lares cujos membros têm entre 31 e 45 anos que é mais frequente este tipo de acesso (63,1%), contrariamente aos lares mais idosos, onde apenas 5,7% acede à internet por banda larga.
A banda larga lidera claramente nos lares nacionais, com 1,5 milhões de lares a aceder por ADSL, cabo ou rede móvel, segundo os dados do estudo Bareme Internet da Marktest.