“As competências em TIC são essenciais para a próxima geração de trabalhadores e para a construção da sociedade da inovação na Europa. Sabemos que as tendências tecnológicas irão determinar a necessidade de melhores competências em TIC por parte da mão-de-obra”, reconheceu Jan Muehlfeit, Chairman da Microsoft para a Europa. “Os governos têm de continuar a investir no ensino e na formação de forma a garantir que os trabalhadores estão preparados para empregos que contam.”
O aumento da procura de conjuntos de competências em TIC não é unicamente uma resposta à actual crise económica. A influência exercida pelas mudanças tecnológicas a longo prazo é maior, o que significa que a questão das competências requer uma solução a longo prazo e não uma resposta a curto prazo às condições flutuantes da economia. O relatório sublinha a necessidade de os governos se concentrarem continuamente na formação e no ensino, para assegurar a produtividade económica.
O relatório revelou que, entre os 13 países da União Europeia inquiridos, existem disparidades muito ténues em termos da necessidade de competências em TIC. Numa recente comparação entre países, a proporção de empregos nos países da Europa Central e de Leste que não requer quaisquer competências em TIC é maior do que nos países da Europa Ocidental. No entanto, nos próximos cinco anos, a Europa Central e de Leste (ECL) irá alcançar a Europa Ocidental, o que traduz um aumento significativo do investimento no desenvolvimento de competências em TIC na região da ECL, durante este período. De uma forma geral, os países da Europa Ocidental atribuem uma maior importância a competências em TIC básicas e avançadas do que a os países da ECL. A Roménia, a Polónia e a Itália esperam um forte aumento nas competências de utilização de dispositivos tecnológicos, ao passo que, na Hungria, este aumento se verificará nas competências avançadas em TIC. O Reino Unido destaca-se pela forte procura de competências básicas em TIC.
O aumento da procura de conjuntos de competências em TIC não é unicamente uma resposta à actual crise económica. A influência exercida pelas mudanças tecnológicas a longo prazo é maior, o que significa que a questão das competências requer uma solução a longo prazo e não uma resposta a curto prazo às condições flutuantes da economia. O relatório sublinha a necessidade de os governos se concentrarem continuamente na formação e no ensino, para assegurar a produtividade económica.
O relatório revelou que, entre os 13 países da União Europeia inquiridos, existem disparidades muito ténues em termos da necessidade de competências em TIC. Numa recente comparação entre países, a proporção de empregos nos países da Europa Central e de Leste que não requer quaisquer competências em TIC é maior do que nos países da Europa Ocidental. No entanto, nos próximos cinco anos, a Europa Central e de Leste (ECL) irá alcançar a Europa Ocidental, o que traduz um aumento significativo do investimento no desenvolvimento de competências em TIC na região da ECL, durante este período. De uma forma geral, os países da Europa Ocidental atribuem uma maior importância a competências em TIC básicas e avançadas do que a os países da ECL. A Roménia, a Polónia e a Itália esperam um forte aumento nas competências de utilização de dispositivos tecnológicos, ao passo que, na Hungria, este aumento se verificará nas competências avançadas em TIC. O Reino Unido destaca-se pela forte procura de competências básicas em TIC.
Principais Conclusões sobre a Indústria das TI em Portugal.
Os empregadores europeus esperam um aumento do nível de competências em TIC dos funcionários, em cinco anos. Em média, 31% desses funcionários terão competências de utilização de dispositivos tecnológicos. 28% terão competências básicas em TIC – apesar de constituir um decréscimo, este facto apenas indica uma expectativa de competências mais avançadas.
Os empregadores europeus contam que percentagem da mão-de-obra sem quaisquer competências em TIC se situe abaixo dos 10%.
58% dos inquiridos de todos os países é da opinião que o sector da Educação necessita de preparar melhor os alunos, actuais e formados, nas áreas das TIC.
Dentro de 5 anos, as competências em TIC de um licenciado irão aumentar consideravelmente a sua probabilidade de ser contratado. A formação em competências avançadas em TIC irá aumentar significativamente nos próximos 3-5 anos. A certificação é essencial para profissionais das TIC e a importância desta certificação vai sofrer uma evolução crescente.
Os empregadores europeus contam que percentagem da mão-de-obra sem quaisquer competências em TIC se situe abaixo dos 10%.
58% dos inquiridos de todos os países é da opinião que o sector da Educação necessita de preparar melhor os alunos, actuais e formados, nas áreas das TIC.
Dentro de 5 anos, as competências em TIC de um licenciado irão aumentar consideravelmente a sua probabilidade de ser contratado. A formação em competências avançadas em TIC irá aumentar significativamente nos próximos 3-5 anos. A certificação é essencial para profissionais das TIC e a importância desta certificação vai sofrer uma evolução crescente.
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