Quem ao fim de longas horas de trabalho e por circunstancias da vida chegava a casa e sentia-se sozinho, deixou de o estar. Assim como Nova Iorque é a cidade que nunca dorme, também a Internet é uma rede que nunca pára. Já viram bem a quantidade de coisas a que temos acesso com um simples clique?
Temos um problema no carro, podemos ir à Internet em busca de dicas para o resolver. Não estamos bem de saúde, podemos ir verificar as causas comuns desses sintomas e depois armarmo-nos em verdadeiros médicos quando vamos a uma consulta. Queremos divertir-nos, é só acedermos aos mais diversos sítios de jogos e vídeos. Queremos conversar e não nos apetece sair de casa? Pois bem, temos mil e uma forma de o fazermos na rede. Ou seja, tudo é possível através da Internet.
Claro que o mundo da World Wide Web não é o paraíso. Como qualquer verdadeira sociedade constituída por milhões de homens e mulheres, onde há um lado branco, também existe um lado negro e é preciso navegarmos com cuidado. Mas no fundo o que acontece na Internet é o que acontece fora dela, numa versão menos virtual. Assim como nos podem roubar a identidade na Internet, também podemos ir na rua ser assaltados, e usarem o nosso bilhete de identidade e cartões. Se a Internet é um vicio, na vídeo real existem, por vezes, outros bem piores.
A postura assumida na Internet parte do intimo de cada um. Não acho que a Internet nos mude, ou altere. Talvez faça assumirmos identidades e termos outros comportamentos por podemos ser quem quisermos, só que mesmo isso está dentro de cada um. Quem é equilibrado no mundo real, mais dificilmente será desequilibrado no mundo virtual.
Pessoalmente, acho que os benefícios são superiores às perdas. Temos um acesso extremamente rápido à ideia global, andamos mais informados, trocamos opiniões e ideias assim que nos apraz. Para além disso já viram a quantidade de oportunidades de trabalho que a Internet nos trouxe nos mais diversos campos?
O segredo reside apenas em separar o que é real, do que é virtual Se houver uma boa conjugação entre estas duas realidades, a Internet não prejudica ninguém e até nos ajuda a desenvolver. Conta, peso e medida, mas afinal esta é a regra de ouro em tudo, não é?
Por isso aquelas mães que me perdoem, mas deixem os seus filhos navegar. Não se sabe até quando o futuro de algum deles não passará pela Internet.
Boas navegações!
Autor : Bruno Fonseca (Jornalista)
Claro que o mundo da World Wide Web não é o paraíso. Como qualquer verdadeira sociedade constituída por milhões de homens e mulheres, onde há um lado branco, também existe um lado negro e é preciso navegarmos com cuidado. Mas no fundo o que acontece na Internet é o que acontece fora dela, numa versão menos virtual. Assim como nos podem roubar a identidade na Internet, também podemos ir na rua ser assaltados, e usarem o nosso bilhete de identidade e cartões. Se a Internet é um vicio, na vídeo real existem, por vezes, outros bem piores.A postura assumida na Internet parte do intimo de cada um. Não acho que a Internet nos mude, ou altere. Talvez faça assumirmos identidades e termos outros comportamentos por podemos ser quem quisermos, só que mesmo isso está dentro de cada um. Quem é equilibrado no mundo real, mais dificilmente será desequilibrado no mundo virtual.
Pessoalmente, acho que os benefícios são superiores às perdas. Temos um acesso extremamente rápido à ideia global, andamos mais informados, trocamos opiniões e ideias assim que nos apraz. Para além disso já viram a quantidade de oportunidades de trabalho que a Internet nos trouxe nos mais diversos campos?
O segredo reside apenas em separar o que é real, do que é virtual Se houver uma boa conjugação entre estas duas realidades, a Internet não prejudica ninguém e até nos ajuda a desenvolver. Conta, peso e medida, mas afinal esta é a regra de ouro em tudo, não é?
Por isso aquelas mães que me perdoem, mas deixem os seus filhos navegar. Não se sabe até quando o futuro de algum deles não passará pela Internet.
Boas navegações!
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Faz hoje uma semana que estava a tomar um motivador café, logo pela manhã, quando fui surpreendido por uma alegre troca de ideias que ocorria na mesa do lado. Duas mães falavam dos filhos e da Internet. ‘A Internet é um vicio’, dizia uma. ‘Só serve para verem e trocarem o que não devem’, retorquia outra. ‘Por isso é que esta juventude é como é, está tudo mudado!’, concordavam. Ora isto deixou-me a pensar. Será esta a ideia que vem à cabeça de muitos pais, quando vêem os seus filhos acederem à Internet?