A Check Point divulgou o seu Índice Global de Ameaças de julho de 2025, revelando uma nova escalada de ciberataques em escala e sofisticação. De acordo com os dados da Check Point Research, cada organização enfrentou, em média, 2.011 ataques por semana, o que representa um aumento de 3% face ao mês anterior e de 10% em comparação com o mesmo período do ano passado. O ransomware destaca-se como a ameaça mais preocupante, registando um crescimento de 28% em relação a 2024.
O grupo de ransomware SafePay afirmou que irá divulgar 3,5 terabytes de dados roubados da Ingram Micro caso a empresa não ceda às exigências impostas até 1 de agosto. A ameaça foi publicada no blog do grupo a 29 de julho, cerca de um mês após o ciberataque inicial, revelando tratar-se de um típico caso de extorsão dupla, onde os atacantes não apenas encriptam os dados, mas também ameaçam divulgá-los para pressionar o pagamento de um resgate.
A Check Point Research divulgou o seu mais recente Relatório de Inteligência sobre Ameaças de Ransomware, onde alerta para uma transformação profunda e acelerada neste tipo de cibercrime. Em destaque está o uso crescente de inteligência artificial por parte de grupos de ransomware, não só para criar campanhas de phishing mais eficazes, mas também para negociar resgates com mais sofisticação e pressão psicológica sobre as vítimas.
A ESET, a maior empresa europeia de cibersegurança, lançou o seu relatório sobre as principais ameaças digitais do primeiro semestre de 2025, e os dados são preocupantes. O destaque vai para o ataque ClickFix, um novo tipo de ameaça que registou um crescimento superior a 500% desde o final de 2024, tornando-se já o segundo ataque mais comum no mundo digital, logo após o phishing. Este método simples, mas eficaz, leva os utilizadores a copiarem comandos maliciosos apresentados como soluções de erro, comprometendo os seus dispositivos — seja em Windows, macOS ou Linux.
nvestigadores da Morphisec identificaram uma nova campanha de ciberataques em que hackers estão a utilizar o Microsoft Teams para disseminar o malware Matanbuchus 3.0, um carregador malicioso que tem evoluído para se tornar uma das ameaças mais furtivas da atualidade.