A Microsoft anunciou um conjunto de iniciativas para melhorar a interoperabilidade entre produtos seus, como o Windows 7, Windows Azure e Silverlight e tecnologias de código aberto. A comunicação foi feita na conferência europeia da Eclipse e reforça a aposta na integração.

De uma parceria com a Tasktop resulta o esforço para melhorar a experiência dos programadores que utilizam a plataforma, através de uma extensão do suporte ao Eclipse IDE e ao desenvolvimento de aplicações para o Windows 7, explicam as empresas. Em conjunto as empresas vão desenvolver updates para o Eclipse IDE para incorporar funcionalidades do Windows 7 e do Windows Server 2008 R2.

Graças aos desenvolvimentos conseguidos através da parceria, os programadores vão poder aceder a funcionalidades como as Jump Lists, através da redesenhada barra de tarefas do Windows 7. O Eclipse Standard Widget Toolkit passa também a integrar funcionalidades do Windows 7, como o ecrã da barra de tarefas e integração com widgets de pesquisa.
 A versão portuguesa do Windows 7 chegou, sábado, às lojas, nove dias depois do lançamento mundial daquele que é o mais recente sistema operativo da Microsoft, mas já é pirateado em países como a China e Brasil.

Antes do lançamento oficial a nível mundial, o Windows 7 já tinha versões pirateadas que circulavam em várias lojas do movimentado mercado Xinyang, em Xangai, e nas ruas de São Paulo, onde vendedores ambulantes comercializavam o novo sistema operacional em DVD.

Segundo adiantou à agência Lusa fonte da Microsoft Portugal, o lançamento da versão nacional é "prazo mais curto da história" entre o lançamento mundial e o português "de todos os sistemas operativos já lançados pela Microsoft".
 No dia de lançamento em Portugal da versão Portuguesa do Windows 7, chegou-nos a informação de que o sistema operativo (em Inglês) vendeu no primeiro fim de semana mais unidades do que o antecessor, o Windows Vista, durante um mês.

Este é um sinal claro do sucesso que o sistema operativo está a ter em todo o lado e que a Microsoft, segundo os especialista, fez realmente um excelente trabalho no desenvolvimento do Windows 7.
 Depois de muitos e sucessivos adiamentos, a Mozilla lançou finalmente a primeira versão Beta do FireFox 3.6 (nome de código Namoroka). Esta versão do browser criada com base no motor de renderização Gecko 1.9.2 apresenta algumas novidades, a destacar :

- Melhorado o motor JavaScritp
- Suporte às novas tecnologias web CSS, DOM e HTML5
- Suporte ao WOFF (Web Open Font Format).
- Possibilidade de alterar o aspecto do browser com apenas um clique
- FireFox 3.6 com sistema de alertas caso existam plugins "fora de prazo"
- Visualização nativa de video em ecrã completo.
- Muitas outras novidades

O Firefox 3.6 Beta 1 pode ser descarregado nesta página para os sistemas Windows, Mac OSX e Linux (em 53 idiomas).
 O VMware Workstation é um poderoso software de virtualização que permite a execução de múltiplos sistemas operativos em simultâneo e num só computador. Os utilizadores desta maquina virtual podem ter assim o Windows, Linux, NetWare ou Solaris sem as habituais dores de cabeça de criação de partições e divisões de disco.

A versão 7 do VMware Workstation inclui muitas novidades onde se inclui um suporte ao Windows 7 e a possibilidade de ter uma máquina virtual do WIndows 7 e com os efeitos Aero 3D incluidos. Outras novidades estão incluídas como a execução de aplicações 3D e tirar partido do DirectX 9 e OpenGL dentro da própria maquina virtual.Estas são apenas algumas das muitas, mas mesmo muitas, novidades do VMware 7.

 Download : VMware Workstation 7
 HomePage : VMware
 A Panda Security, empresa líder em soluções de segurança baseadas no conceito de cloud-computing, desvendou novo ataque de optimização de resultados em motores de busca a pesquisas relacionadas com o tema do Halloween. Com a aproximação do dia 31 de Outubro, muitos utilizadores da Internet pesquisam pelo tema do Halloween, logo os hackers têm andado ocupados a colocar milhares de páginas Web entre os primeiros resultados devolvidos pelos motores de busca mais populares.

Muitos destes websites estão a ser utilizados para distribuir falsos programas antivírus, que são transferidos e instalados pelos utilizadores nos seus sistemas, por vezes sem o seu conhecimento. Por norma, estes falsos programas antivírus mostram mensagens agressivas aos utilizadores, alertando para infecções cuja solução é a aquisição da licença para o programa as eliminar. Um simples clique encaminha o utilizador para uma página Web aparentemente legítima, onde é realizada a fraude.
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