O mesmo estudo indica que esta adoção por parte do publico feminino se deve à crescente disponibilidade de jogos para smartphones ou tablets, que faz com que haja uma maior apetência para o jogo e para este tipo de tema.
Cerca de 49% dos adultos inquiridos (independentemente do sexo) afirma ter jogado num PC, consola, TV ou smartphone. No entanto apenas 10% dos entrevistados se intitulou como “gamer” sendo que deste lote dois terços foram homens.
De notar que o estudo indica que, menos de metade dos inquiridos, admite que os jogos podem motivar a que haja maior violência. Cerca de 26% considera que os jogos são uma perda de tempo, sendo que 24% pensam, precisamente, o inverso…
"A perceção dos jogos pelo público em geral é complexa", diz Maeve Duggan, um dos investigadores do Instituto Pew. "No debate sobre videojogos, o público fica dividido sobre o conteúdo e o seu impacto sobre os jogadores".
Um estudo levado a cabo pelo Instituto Pew conclui que, contrariamente ao que se poderia pensar as mulheres norte-americanas jogam tanto como os homens, contrariando algumas ideias que dizem que a percentagem de jogadores existentes é esmagadoramente masculina.