Este passo segue também as recomendações por parte do Comité Olímpico, tendo em vista a criação de sistemas de proteção de Jogadores enquanto Praticantes Desportivos Federados, salvaguardando a integridade de competições em matérias relevantes transversais, tais como o Doping ou as Casas de Apostas.
De igual forma, cumprem-se as indicações emanadas pelo Regime Jurídico Português para as Federações Desportivas, nomeadamente com a criação e manutenção de uma estrutura que vise administrar a breve prazo um efetivo sistema de arbitragem, delineando validações de resultados à escala nacional, bem como a integração no Plano Nacional de Formação Desportiva, destinado aos Treinadores.
Assim sendo, fica colocada aquela que pode ser vista como a primeira pedra de um projeto que pretende a união de todo o cenário competitivo nacional na área dos desportos eletrónicos, inserido numa esfera federativa, no seguimento daquilo que vem sendo um crescimento constante do contexto tecnológico entre a juventude portuguesa, acompanhando a tendência internacional, sempre com o foco nos benefícios que potenciarão estas novas gerações envolvidas.