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Investigadores da empresa de cibersegurança ESET têm estado atentos a um malware do tipo “troiano” especificamente criado para atacar aplicações bancárias em língua Portuguesa e Espanhola. Batizado “Mekotio”, este malware afeta sobretudo países latinos como o Brasil, Chile, México, Espanha, Peru e Portugal.

Uma vez infetado o computador, o Mekotio executa diversas atividades em segundo plano, incluindo tirar imagens do ecrã (screenshots), reiniciar as máquinas afetadas, restringir o acesso a websites de banca online legítimos e, nalgumas variantes, até mesmo roubar bitcoins e credenciais guardadas pelo browser Chrome.

Um relatório citado hoje pela empresa de cibersegurança ESET revela que sete serviços de VPN – que se propõem a salvaguardar a privacidade dos seus utilizadores enquanto navegam pela Internet – foram alvo de uma fuga de dados que põe em causa as credenciais de mais de 20 milhões de utilizadores.

Os serviços afetados são: UFO VPN, FAST VPN, FREE VPN, SUPER VPN, Flash VPN, Secure VPN e Rabbit VPN.

A Sophos, líder global de cibersegurança de próxima geração, publicou um relatório da SophosLabs, “Não permita que Fleeceware entre no seu iPhone”, onde demonstra que utilizadores daqueles dispositivos Apple estão a ser alvo de aplicações que cobram sobretaxas através de subscrições dispendiosas ou compras in-app abusivas. A Sophos denomina este tipo de ameaças como “fleeceware” e os seus investigadores descobriram, recentemente, mais de 30 aplicações de fleeceware para iOS na App Store oficial da Apple. Entre elas, aparentam ter sido instaladas cerca de 3.6 milhões de vezes, de acordo com os dados disponibilizados ao público.

Devido à situação atual em torno do Covid-19, o telemóvel é um dos dispositivos que mais riscos pode trazer para a saúde, não só por se estar em contacto físico com ele de forma permanente, como também porque pode ser una ameaça para a privacidade dos dados dos utilizadores. Os investigadores da Check Point® Software Technologies Ltd., fornecedor líder global de soluções de cibersegurança, descobriram 16 aplicações que aparentavam ser de confiança, mas na realidade continham uma série de programas maliciosos destinados a roubar informação sensível dos utilizadores ou gerar receitas fraudulentas a partir de serviços pagos. Ainda, alertam que os tipos de malware móvel que mais estão a ser utilizados pelos cibercriminosos e como se pode estar protegido frente a este tipo de ameaças. 

As tecnologias de deteção da Kaspersky encontraram ficheiros maliciosos disfarçados de documentos relacionados com o coronavírus – uma doença viral que afeta os pulmões e que tem sido manchete nos meios de comunicação devido ao perigo que representa. Estes ficheiros maliciosos, recentemente descobertos, estavam mascarados em ficheiros PDF, mp4 e docx, e tinham uma designação que indicava que continham instruções em vídeo sobre formas de proteção e deteção do vírus, bem como as últimas atualizações sobre o tema, que é real.

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