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ESET alerta para nova vaga de ciberameaças
A ESET, a maior empresa europeia de cibersegurança, lançou o seu relatório sobre as principais ameaças digitais do primeiro semestre de 2025, e os dados são preocupantes. O destaque vai para o ataque ClickFix, um novo tipo de ameaça que registou um crescimento superior a 500% desde o final de 2024, tornando-se já o segundo ataque mais comum no mundo digital, logo após o phishing. Este método simples, mas eficaz, leva os utilizadores a copiarem comandos maliciosos apresentados como soluções de erro, comprometendo os seus dispositivos — seja em Windows, macOS ou Linux.
Hackers usam teams para espalhar malware avançado Matanbuchus 3.0
nvestigadores da Morphisec identificaram uma nova campanha de ciberataques em que hackers estão a utilizar o Microsoft Teams para disseminar o malware Matanbuchus 3.0, um carregador malicioso que tem evoluído para se tornar uma das ameaças mais furtivas da atualidade.
AsyncRAT e FakeUpdates lideram ameaças em Portugal
A Check Point Software Technologies divulgou o seu mais recente Índice Global de Ameaças, referente a junho de 2025, revelando um aumento de ameaças sofisticadas e campanhas de malware altamente direcionadas. Em destaque está o trojan AsyncRAT, que subiu ao top 3 global ao explorar convites do Discord para distribuir cargas maliciosas, enquanto o FakeUpdates mantém-se como o malware mais prevalente em todo o mundo, afetando 4% das organizações.
Novo grupo explora falhas cloud para ataques globais
A Infoblox, representada em Portugal pela Exclusive Networks, identificou um novo grupo cibercriminoso altamente sofisticado, batizado de Hazy Hawk, que está a explorar recursos cloud abandonados para realizar sequestros de subdomínios (subdomain hijacking) e campanhas de fraude digital com impacto global. Segundo o mais recente relatório da Infoblox Threat Intel, o grupo tem vindo a tirar partido de buckets da Amazon S3, endpoints de Azure e registos DNS mal configurados ou inativos, transformando subdomínios empresariais em canais para disseminação de malware, burlas online e roubo de dados.
Check Point alerta para uso crescente da IA no cibercrime global
A Check Point Research (CPR), equipa de investigação da Check Point® Software Technologies, alertou para a crescente utilização da Inteligência Artificial (IA) por cibercriminosos, que recorrem a estas tecnologias para desenvolver ataques mais sofisticados, rápidos e difíceis de detetar. Apesar de a IA ser tradicionalmente uma ferramenta de defesa no combate ao cibercrime, começa agora a ser usada para fins ofensivos, com destaque para modelos como o WormGPT e o mais recente Xanthorox AI. Este último, lançado em 2025, funciona de forma modular e autónoma, sem necessidade de supervisão humana e em modo offline, garantindo o anonimato e aumentando a resiliência dos ataques.