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Um novo estudo da equipa de Digital Footprint Intelligence da Kaspersky revela que o ransomware é o malware as a service (MaaS) mais prevalente nos últimos sete anos. O relatório analisa 97 famílias de malware distribuídas através da dark web. Os cibercriminosos contratam ladrões de informação, botnets, downloaders e backdoors para levar a cabo os seus ataques.

Este ano, a Check Point Research (CPR), equipa de investigação da Check Point Software, líder mundial de soluções de cibrsegurança, encontrou 16 vezes mais ataques de phishing maliciosos relacionados com a Amazon prime durante o mês de junho em comparação com maio, e o aumento global de todo o phishing relacionado com a Amazon foi de 8%. Durante este período, registaram-se quase 1.500 novos domínios relacionados com o termo "Amazon", 92% dos quais foram considerados de risco - maliciosos ou suspeitos.

A ESET, empresa europeia líder em soluções de cibersegurança, revela as mais recentes atividades do infame Emotet desde o seu regresso à paisagem das ciberameaças no final de 2021.O Emotet é uma família de malware ativa desde 2014, operada por um grupo cibercriminoso conhecido como Mealybug ou TA542.

Embora tenha começado como um trojan bancário, o Emotet evoluiu mais tarde para uma rede de dispositivos online infetados com malware – ou botnet – tornando-se numa das ciberameaças mais prevalentes em todo o mundo.

A ESET, empresa europeia líder em soluções de cibersegurança, revelou detalhes sobre um cryptor – uma camada de defesa usada por cibercriminosos para camuflar o código de malware e evitar deteções – com circulação à escala global usado por dezenas de famílias de malware. Designado AceCryptor, esta camuflagem de malware é usada desde 2016 e contribui para espalhar malware em campanhas por todo o mundo.

Recentemente, a Check Point Research, equipa de investigação da Check Point Software, líder mundial de soluções de cibersegurança, investigou uma sequência de ciberataques direcionados a entidades europeias dos negócios estrangeiros e atribuiu-os a um grupo de Ameaça Persistente Avançada (APT) patrocinado pelo Estado chinês, denominado de "Camaro Dragon" pelo CPR. Esta atividade tem sobreposições significativas de infraestruturas com atividades publicamente associadas ao "Mustang Panda". A nossa investigação descobriu uma implementação de firmware malicioso criado para routers TP-Link que continha vários componentes nocivos, incluindo uma backdoor personalizada denominada "Horse Shell". Esta backdoor permitia que os atacantes assumissem o controlo total do dispositivo infetado, não fossem detetados e acedessem a redes comprometidas. A análise minuciosa do CPR expôs estas táticas maliciosas e fornece uma análise aprofundada.

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