Simão Fernandes

Simão Fernandes

A Kaspersky volta a participar no Mobile World Congress (MWC), que se realiza em Barcelona, entre os dias 26 e 29 de fevereiro. Apresentará os seus de produtos de cibersegurança direcionados para as empresas, bem como as suas soluções de ciber-imunidade, no stand 2C31, localizado no Pavilhão 2.

A Check Point Software Technologies Ltd., fornecedor líder em soluções de cibersegurança para empresas e governos a nível mundial, divulgou o muito aguardado Relatório Anual de Segurança 2024. A edição deste ano analisa a crescente complexidade das ciberameaças, com especial destaque para o aumento drástico dos incidentes de ransomware e a utilização estratégica da IA nas defesas de cibersegurança.

Check Point® Software Technologies Ltd., fornecedor  de plataformas de cibersegurança baseadas em IA e fornecidas na cloud, publicou o seu Índice Global de Ameaças relativamente a janeiro de 2024. No mês passado, os investigadores identificaram um novo sistema de distribuição de tráfego generalizado (TDS) chamado VexTrio, que ajudou mais de 60 afiliados por meio de uma rede de mais de 70.000 sites comprometidos. Entretanto, o LockBit3 foi nomeado o grupo de ransomware mais prevalente numa classificação recentemente introduzida no Índice, e a Educação continuou a ser o setor mais afetado a nível mundial.

quinta-feira, 15 fevereiro 2024 15:15

Ataques informáticos aumentaram 40% em 2023

A S21sec, uma das líderes europeias em serviços de cibersegurança adquirida pelo Grupo Thales em 2022, publicou o seu relatório semestral - Threat Landscape Report –, que analisa a evolução dos ciber-riscos, ciberataques e do cibercrime ao longo do segundo semestre de 2023. Neste período registaram-se 2.492 incidentes de ransomware a nível global, face a 1.487 no segundo semestre de 2022, o que representa um aumento de 40%.

Numa altura de grande escassez de profissionais de cibersegurança, os especialistas em segurança da informação (InfoSec) em exercício começam a questionar a relevância da educação formal que receberam, revela um novo estudo global da Kaspersky. O inquérito revelou que um em cada dois profissionais de cibersegurança não foi capaz de confirmar a utilidade da sua formação académica na sua função atual. Como resultado, estes especialistas têm de investir os seus recursos em formação adicional para enfrentar o cenário de ameaças em constante evolução e manter-se a par dos desenvolvimentos do sector.

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