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Ataques de ransomware estão mais sofisticados e direcionados em 2023
O ransomware é notícia nos jornais há vários anos consecutivos. Na busca por lucro, os criminosos têm visado quase todo o tipo de organizações, desde instituições de saúde e de ensino a prestadores de serviços e empresas industriais. A Kaspersky publicou um relatório que analisa o que aconteceu ao longo 2022, como está a ser 2023 e as principais tendências para este ano.
Em 2022, as soluções Kaspersky detetaram mais de 74,2 milhões de tentativas de ataques de ransomware, um aumento de 20% em relação a 2021 (61,7 milhões). Já no início de 2023, assistimos a um ligeiro declínio do número de ataques de ransomware. Porém, estes tornaram-se mais sofisticados e direcionados. Além disso, houve uma mudança drástica entre os grupos de ransomware mais influentes e prolíficos. Os REvil e Conti, que ocupavam, respetivamente, o 2.º e 3.º lugar em termos de ataques no primeiro trimestre de 2022 foram substituídos, nos primeiros três meses de 2023, pelos Vice Society e BlackCat. Dois dos outros grupos mais ativos atualmente são os Clop e os Royal.
Executivos portugueses não compreendem a cibersegurança
Um estudo recente da Kaspersky revela que mais de metade dos executivos de topo portugueses considera que as ciberameaças são um risco maior do que o agravamento do ambiente económico para as suas empresas. No entanto, não conseguem definir prioridades de ação devido à terminologia confusa utilizada em cibersegurança.
De acordo com o estudo ‘Separados por uma linguagem comum: podem os executivos de C-level decifrar e agir perante a ameaça real dos ciberataques’, 52% dos gestores portugueses inquiridos considera que os ciberataques são o maior risco enfrentado pelas suas empresas, à frente dos fatores económicos (33%). Porém, 47% dos responsáveis considera que a linguagem utilizada em cibersegurança é o maior obstáculo à compreensão das questões de segurança por parte da sua equipa de gestão.
Estudo indica que portugueses têm consciência dos perigos online mas têm pouco cuidado
Um estudo da Kaspersky sobre atitudes e comportamentos relativos à cibersegurança descobriu que a maioria dos adultos com idades compreendidas entre os 16 e os 55 anos acredita ter conhecimentos sobre segurança online (60%). Porém, entre estes, mais de um quinto (22%) já foi vítima de ataques de phishing.
Em Portugal, cerca de metade dos adultos inquiridos (54%) acredita ter conhecimentos sobre segurança online. No entanto, a maioria dos portugueses já partilhou informações pessoais nas redes sociais (63%), uma percentagem idêntica afirmou ter sido alvo de esquemas de phishing (62%), pelo menos, uma vez por ano, e um quarto já foi efetivamente vítima de uma fraude deste tipo (25%).
Teste ao ChatGPT: podem os chatbots de IA ajudar a combater ciberfraudes
Os especialistas da Kaspersky realizaram uma pesquisa sobre a capacidade do ChatGPT para detetar ligações de phishing. Embora o bot já tenha demonstrado anteriormente a capacidade de criar e-mails de phishing e escrever malware, a sua eficácia na deteção de links maliciosos era limitada. O estudo revelou que, embora o ChatGPT saiba muito sobre phishing e possa adivinhar o alvo de um ataque, apresentou uma taxa de falsos positivos de até 64%, dando falsas explicações e provas para justificar as decisões.
Kaspersky investiga a indústria de deepfakes na darkweb
Os cibercriminosos oferecem continuamente serviços maliciosos na darkweb, incluindo a criação de deepfakes. Estes não representam apenas um risco para a reputação e privacidade de uma pessoa, mas, também, um perigo para as suas finanças. As ofertas vão desde a criação de deepfakes pornográficos para vingança, até à simulação de ‘criptostreams’ destinadas a serem utilizadas em fraudes com criptomoedas. O custo destes vídeos deepfake varia entre os 300 e os 20.000 dólares por minuto.