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Fazer compras pela Internet pode ser bastante apelativo, mas muitos dos consumidores ainda questionam quão seguros são os pagamentos online. Infelizmente, estas dúvidas fundamentam-se na conjuntura online atual. Dos 32% de consumidores entrevistados a nível mundial que foram vítimas de ciberataques que lhes roubaram as suas credenciais financeiras, 26% nunca voltou a recuperar o seu dinheiro, de acordo com o questionário realizado pela Kaspersky Lab. Entre os fatores que podem colocar as finanças dos consumidores em risco, está a dificuldade em controlar as credenciais de pagamento, após terem sido usadas em diversas plataformas de e-commerce, e a variedade de métodos de pagamento disponíveis.

A nível global, quase um terço (32%) das Micro e PMEs delegam a cibersegurança a colaboradores que não têm experiência na área. Por essa razão, é essencial que estas empresas implementem soluções fáceis de usar e que possam ser instaladas e geridas por qualquer colaborador.

Para responder às necessidades destas empresas, o novo Kaspersky Small Office Security pode agora ser instalado em apenas alguns minutos. Se uma organização necessita de mais controlo, a consola online disponibiliza toda a informação sobre como a solução está a ser utilizada, incluindo dados sobre licenças, utilizadores e dispositivos, versões de produtos instalados, etc.

Os investigadores recorreram a análises teóricas e práticas para explorar as atuais vulnerabilidades dos implantes utilizados para estimulação cerebral profunda. Conhecidos como Geradores de Impulsos Implantáveis (GII) ou neuro estimuladores, estes dispositivos enviam impulsos elétricos a partes específicas do cérebro para o tratamento de distúrbios como a doença de Parkinson, tremores essenciais, depressões profundas e distúrbios obsessivo-compulsivos. A mais recente geração destes implantes inclui um software de gestão para os médicos e pacientes, instalado em tablets e smartphones comerciais. A conexão entre ambos tem por base o protocolo padrão bluetooth.

Imagine que chegou a um bar e está à espera dos seus amigos. O espaço está apinhado e várias pessoas conversam à sua volta. O que prefere fazer? Conversar com alguém que não conhece ou manter-se ocupado com o seu telemóvel? Porquê interagir com desconhecidos ou simplesmente ficar num canto à espera de outras pessoas quando tem um dispositivo à mão?

Hoje em dia, os dispositivos tornaram muito mais fácil evitar a conversa de circunstância com aqueles em nosso redor, e uma nova investigação da Kaspersky Lab veio comprová-lo, com 72% dos inquiridos em Portugal a recorrer a estes quando não sabem o que fazer numa situação social. Os seus dispositivos são também a distração principal dos utilizadores mesmo quando estes não estão a fingir-se de ocupados ou a evitar alguém. Cerca de 46% dos portugueses entrevistados admite recorrer aos seus smartphones para passar o tempo, e 44% dos mesmos usam-nos como distração.

Durante o terceiro trimestre os hackers estiveram mais ativos nos meses de agosto e setembro, de acordo com o aumento do número de ataques DDoS a instituições educativas no início do ano académico. Este ano, os ataques mais proeminentes foram direcionados aos websites de uma das principais universidades do Reino Unido – a Universidade de Edimburgo – e ao fornecedor norte-americano Infinite Campus, que apoia os portais parentais de várias escolas públicas em todo o país.

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