A história
A história em torno deste quarto título da série “Gears of War” passa-se precisamente nos primeiros dias de guerra que foi travada contra os Locust, ou seja, 15 anos antes do primeiro episódio. Os humanos de Sera tinham acabado de sair do “Pendulum Wars”, um conflito mundial que durou 79 anos, e que, na altura, os leva a enfrentar uma nova ameaça subterrânea, desconhecida até então.Neste quarto jogo, somos levados a interpretar uma nova personagem.Quem jogou a saga, lembra-se que no titulo inicial, jogámos com Marcus. Em “Gears of War 2”, Dominic foi a personagem principal, e em “Gears of Wars 3”, quem brilhou foi Cole Train. Assim, e por exclusão de partes, em “Gears of War : Judgment” a personagem principal é o carismático Baird.
Baird é, neste “Gears of War”, o líder de uma equipa, a Kilo Squad. Esta equipa é composta por Baid, Cole Train, e duas novas personagens: Sofia Hendricks e Garron Paduk. Sofia é uma cadete da Onyx Guard Academy, e a sua missão passa por reportar as atividades do grupo para aos seus superiores. Por sua vez, Garron Paduk é um refugiado da União das Repúblicas Independentes, Garron veio do outro lado das 'Pendulun Wars', trazendo uma nova perspetiva para o Kilo Squad.
A história é narrada com base nos acontecimentos que levaram ao julgamento dos quatro elementos, que são acusados de crimes de guerra. A narrativa é alterada conforme os depoimentos dos envolvidos, sendo que a ação passa-se em “Halvo Bay”, uma cidade que acaba de ser atingida pelo “Emergence Day”, e onde se situa a “Onyx Guard Academy”, a academia de treino da elite dos COGs.
Devido ao facto da ação do jogo se passar antes do inicial “Gears of War”, a Epic decidiu acrescentar mais alguns “monstrinhos” Locust. Para além dos “gigantes” (e feios” brutamontes), em “Judgment” os jogadores terão de enfrentar algumas “feras” até agora desconhecidas, que pertenciam a um lote de “monstros” secretos (classificadas como ficheiros confidenciais da COG), que tornam ainda mais difícil as batalhas a travar. Tanto pelo facto de serem completamente desconhecidos como pelo facto de surgirem em grande quantidade.
A Epic decidiu ainda dar alguma IA (Inteligência Artificial) ao jogo com o 'Smart Spawn System', um sistema inteligente que observa o estilo de jogo do gamer, adaptando-se e ajustando os próximos combates ao nível tático como ao nível de presenças de ameaças a enfrentar.
youtube.com/watch?v=nu4pLJPgUxM
Jogabilidade
A jogabilidade em “Gears of War: Judgment” é bastante boa, a Epic conseguiu melhorar o que já tinha feito no título antecessor. Existem novos movimentos por parte das personagens no jogo, esta movimentação é bastante fluida, e a cada missão (ou episodio) que é ultrapassado o jogo vai-se tornando ainda mais viciante e intenso.Ainda dentro deste campo, a Epic dividiu, se assim podemos dizer, o jogo em duas partes: o Modo Campanha e, como não poderia deixar de ser, o Modo Multiplayer.
⦁ Modo Campanha - Ao longo da história, no modo de campanha, os jogadores são brindados em determinadas fases com pequenos desafios que, uma vez aceite e ultrapassado com sucesso, faz com que seja premiado com alguns bónus como, por exemplo, armamento mais poderoso. Como é habitual neste tipo de jogos, a campanha pode ser feita também por mais jogadores em simultâneo (num máximo de quatro) que torna o jogo ainda mais interessante e divertido.
⦁ Modo Multiplayer – No modo multiplayer a aposta vai para o “OverRun”. Neste modo “OverRun” os jogadores podem jogar tanto como elementos do COGs como do Locust e o objetivo é dominar o território. As duas equipas, compostas por cinco jogadores, alternam entre COGs e Locust, teráo de defender 3 pontos estratégicos no mapa, enquanto os monstros lutam para conquistar essas bases.
A Epic incluiu ainda outra novidade neste modo. Os humanos têm várias classes como Engenheiro, Médico, Batedor e Soldado. Por sua vez, os Locusts possuem outras especialidades como os Wretches, Tickers, Grenadiers e Kantus.
O objetivo da empresa é dar com este tipo de Multiplayer, uma maior durabilidade e versatilidade ao título.
Para finalizar o modo Multiplayer, destacamos o Deathmatch Free-For-All onde o jogador que conseguir ser o primeiro a matar 25 adversários é o vencedor.
youtube.com/watch?v=_OpqiLlhOuE
Gráficos e som
Não há muito a dizer sobre os gráficos de GoW. Mais uma vez, “Gears of War: Judgment” é, sem dúvida alguma, um jogo rico em detalhe gráfico, muito por culpa da tecnologia “Unreal Engine 3” que foi aproveitada e implementada no titulo.Os edifícios, as explosões, e todo o ambiente que envolve a ação são apresentados com detalhes deliciosos e bastante realistas. O facto de grande parte da ação se passar de dia e na rua, e não apenas em ambientes escuros e fechados, faz com que os detalhes saltem mais à vista dando-nos a tal sensação de realidade (as imagens falam por si).
A juntar ao detalhe gráfico, temos uma banda sonora fantástica, ao nível do que já nos habituou, que torna ainda o ambiente de “Halvo Bay” ainda mais viciante e envolvente.
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Quem leu esta análise, não se vai surpreender com o resultado deste jogo. De facto, “Gears of War: Judgment” está soberbo. A Epic Games e a People Can Fly (empresa que colaborou em 2006 na adaptação do primeiro GoW para PC) fizeram, sem duvida alguma, um excelente trabalho e, tal como os próprios responsáveis fizeram questão de o dizer, o jogo é a resposta ao que muitos fãs da sequela pretendiam. A jogabilidade foi melhorada, ainda que pouco houvesse a melhor, e os gráficos introduzidos apresentaram-se à altura de todas as expetativas. As novidades introduzidas tanto no modo de “Campanha” como no modo de “Multiplayer” prometem continuar a fazer delícias de todos os adeptos da saga. Mesmo que nunca jogou nenhum título de “Gears of War”, e se gostar de um bom TPS, vai certamente adorar este título. Por aquilo que vimos, e sentimos, não temos quaisquer problemas em dizer que “Judgment” é o melhor jogo da saga “Gears of War”.
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{gallery.end}Conclusão
Quem leu esta análise, não se vai surpreender com o resultado deste jogo. De facto, “Gears of War: Judgment” está soberbo. A Epic Games e a People Can Fly (empresa que colaborou em 2006 na adaptação do primeiro GoW para PC) fizeram, sem duvida alguma, um excelente trabalho e, tal como os próprios responsáveis fizeram questão de o dizer, o jogo é a resposta ao que muitos fãs da sequela pretendiam. A jogabilidade foi melhorada, ainda que pouco houvesse a melhor, e os gráficos introduzidos apresentaram-se à altura de todas as expetativas. As novidades introduzidas tanto no modo de “Campanha” como no modo de “Multiplayer” prometem continuar a fazer delícias de todos os adeptos da saga. Mesmo que nunca jogou nenhum título de “Gears of War”, e se gostar de um bom TPS, vai certamente adorar este título. Por aquilo que vimos, e sentimos, não temos quaisquer problemas em dizer que “Judgment” é o melhor jogo da saga “Gears of War”.