Na embalagem
Na embalagem desta Nintendo Classic Mini encontramos o manual de instruções, a pequena consola, um Comando Nintendo Classic Mini: NES, um cabo micro USB – USB e um cabo HDMI.
youtube.com/watch?v=qAGVilt3Rls
Instalação
Apresentando um design em tudo semelhante à “velha” consola, com a diferença desta nova edição se apresentar muito mais compacta (daí o nome mini) e de possuir uma moderna ligação USB (para alimentação) e uma porta HDMI para ligar ao televisor. Na frente a consola estão localizados os botões de “Power” e “Reset” assim como duas ligações para os comandos.
A instalação da consola é muito simples, basta ligar o equipamento ao televisor com o cabo HDMI disponibilizado, ligar o comando à consola e, finalmente, ligar o cabo USB que é disponibilizado para alimentar a consola. Neste campo, confessamos, que tivemos de nos socorrer a um alimentador semelhante ao dos telemóveis, visto que a ligação direta à tomada não é disponibilizada (algo que a empresa asiática deveria de ponderar incluir).
Feitas todas as ligações basta carregar, por fim, no botao “Power” apresentado no frontal da consola.
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Experiência de utilização
A consola oferece 30 jogos da NES pré-instalados: Balloon Fight; BUBBLE BOBBLE; Castlevania; Castlevania II: Simon’s Quest; Donkey Kong; Donkey Kong Jr.; DOUBLE DRAGON II: THE REVENGE; Dr. Mario; Excitebike; FINAL FANTASY; Galaga; GHOSTS‘N GOBLINS; GRADIUS; Ice Climber; Kid Icarus; Kirby’s Adventure; Mario Bros; MEGA MAN™ 2;Metroid; NINJA GAIDEN; PAC-MAN; Punch-Out!! Featuring Mr. Dream; StarTropics; SUPER C; Super Mario Bros; Super Mario Bros. 2; Super Mario Bros. 3; Tecmo Bowl; The Legend of Zelda e Zelda II: The Adventure of Link.
Para ligar a consola, como referimos, basta ligar no botão “Power” sendo que rapidamente a consola se inicia e surge no ecrã a lista de jogos que podemos optar. A navegação é bastante rápida e o jogo é, igualmente, rápido a inicializar.
Uma das novidades, é que é possível guardar o percurso de cada jogo, ou seja, nesta nova versão é possível criar “checkpoints”. Basta premir o Botão RESET durante o jogo para regressar ao Menu HOME e gravar os dados numa partição. É ainda possível bloquear o ponto de suspensão e retomá-lo mais tarde sem problemas, e sem necessidade de qualquer palavra passe.
Talvez por não estarmos já habituados a um comando tão pequeno, e porque estamos a falar numa réplica do comando lançado na longínqua década de 80, ficámos com algumas dores nos dedos e nas mãos, pelo que se torna impossível estar horas a fios a jogar. Esta dificuldade deve-se, quanto a nós, pelo facto de estamos “mal-habituados” aos confortáveis comandos das modernas consolas Xbox One ou PlayStation 4. De assinalar também que o cabo do comando é, quanto a nós, muito curto o que obriga que tenhamos de estar muito perto dos televisores e que, de certa forma, poderá incomodar em situações de termos televisores acima de 32 polegadas…
Ainda em relação ao controlador, de notar que esta consola da Nintendo suporta os Comandos Clássico e Clássico Pro da consola Wii pelo que poderão ser usados, facilmente, em situações de haver mais do que um jogador interessado em disfrutar deste clássico.
Conclusão
Para concluir, consideramos que a Nintendo tomou uma boa decisão ao relançar este modelo. Os saudosos bons e velhos anos 80, que marcaram uma geração, viu ao longo dos últimos anos explodir o mundo tecnológico e, em particular, o dos videojogos. Talvez por isso, esta consola seja um sucesso, e que todos os “milenar” vão querer ter.
O suporte à ligação HDMI permite adaptar este objeto “retro” às novas televisões, sendo que, caso o utilizador assim o entenda, poderá também optar por uma das três opções de visualização disponibilizada pela consola: o modo CRT (recria o aspeto de um aparelho de TV antigo, incluindo as típicas linhas, o modo 4:3 (reproduz o aspeto da NES original com um ligeiro esticamento horizontal) e o modo de resolução original (cada pixel é um quadrado perfeito, o que te permite ver os jogos tal e qual foram desenhados). Soluções, poderemos dizer, para todos os gostos e que vão agradar aos mais saudosos.
Apesar da aposta bem-sucedida por parte da Nintendo, achamos que a empresa asiática poderia ter pensado também em alguns pormenores como por exemplo a inclusão de uma porta USB para que fosse possível acrescentar novos jogos (até como uma forma de negócio) ou até mesmo realizar upgrades de firmware…. De assinalar, pela negativa, a ausência de um alimentador AC, uma peça que vai criar algumas dificuldades (embora hoje em dia exista mais o que um smartphone em cada habitação) aos compradores desta consola.
Finalizando, e para responder à velha questão se “vale a pena ou não adquirir este produto”, poderemos dizer que “sim”. Esta é uma consola obrigatória para qualquer amante dos videojogos, e em particular, para quem viveu efusivamente a década de 80 e cresceu a jogar aos míticos “Zelda” ou “Super Mario”.
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A Nintendo surpreendeu o mundo este ano quando anunciou a chegada ao mercado da reedição da consola lançada na década de 80, a conhecida Nintendo Entertainment Computer.