Este tipo de falha pode quebrar o isolamento (sandbox) entre o navegador e o sistema operativo, aumentando consideravelmente o risco de comprometimento do dispositivo. A descoberta foi feita por investigadores do Threat Analysis Group (TAG) do Google, uma equipa especializada em monitorizar ameaças patrocinadas por governos. O Chrome recebeu a correção a 15 de julho, e a Apple lançou agora um patch para Safari e outros navegadores baseados em WebKit, que partilham componentes com o Chrome.
Embora o Google ainda não tenha divulgado detalhes sobre os ataques, o histórico da TAG sugere que se trata de uma campanha direcionada, possivelmente envolvendo espionagem contra jornalistas, ativistas e dissidentes políticos. A correção da Apple visa travar a propagação da exploração para outras plataformas, sublinhando a importância de manter os sistemas atualizados.