Mostrando produtos por etiqueta: Cibersegurança

A Check Point Software anunciou um avanço significativo na sua plataforma Infinity Playblocks, introduzindo duas funcionalidades que prometem eliminar as barreiras de integração em cibersegurança: o API Request Step e o Webhook Trigger. Com estas ferramentas, a Check Point transita para um modelo de "open garden" (jardim aberto), permitindo que a sua tecnologia de automação comunique com qualquer sistema externo, mesmo que não existam conectores nativos pré-instalados.

A Cisco, gigante global em tecnologia de redes, emitiu um alerta de segurança urgente sobre uma falha grave nos seus produtos DNS (Domain Name System), que está a expor utilizadores e empresas a sérios riscos de ciberataques. Esta vulnerabilidade permite que atacantes intercetem e manipulem o tráfego de internet, redirecionando os utilizadores para sites maliciosos ou injetando conteúdo indesejado nas suas sessões. Para a Wintech, é crucial que os nossos leitores estejam a par desta ameaça e das medidas de proteção.

Investigadores de cibersegurança lançaram um aviso urgente sobre uma vulnerabilidade crítica que está a ser explorada ativamente para piratear routers antigos da D-Link. A falha permite que atacantes injetem e executem comandos remotamente sem qualquer tipo de autenticação. O problema reside na biblioteca dnscfg.cgi, onde o software falha ao validar os dados inseridos pelo utilizador, abrindo uma porta de entrada para o controlo total do dispositivo.

A Cipher, a unidade de cibersegurança do Grupo Prosegur, apresentou o IA Hunter, uma nova funcionalidade integrada na sua plataforma xMDR que promete revolucionar a forma como as empresas lidam com ameaças digitais. Baseada em Inteligência Artificial Generativa, esta ferramenta foi desenhada para apoiar os analistas de segurança, permitindo uma análise de ameaças muito mais profunda, rápida e contextualizada, elevando a competitividade e a postura de defesa dos clientes.

A Check Point Software identificou uma nova e perigosa campanha de fraude financeira, batizada de "Truman Show Scam". Ao contrário dos ataques convencionais, esta operação não utiliza vírus ou malware para infetar os dispositivos. Em vez disso, recorre à Inteligência Artificial para construir um ecossistema digital fictício - que inclui desde aplicações em lojas oficiais da Apple e Google até comunidades inteiras no WhatsApp e Telegram - com o objetivo de manipular psicologicamente as vítimas durante várias semanas.

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