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A Check Point Research, área de Threat Intelligence da Check Point® Software Technologies Ltd. , fornecedor líder de soluções de cibersegurança a nível global, alerta para novo esquema fraudulento que permite o roubo de criptomoedas. Os atacantes estão a criar tokens fraudulentos que permitem desconfigurar os contratos inteligentes e roubar fundos. Estas conclusões seguem uma tendência já identificada pela CPR. No passado outubro, foi denunciado o roubo de cripto wallets no Open Sea, o maior Marketplace de NFTs do mundo e, no passado novembro, a CPR revelou que os atacantes estavam a utilizar campanhas de phishing em motores de busca para roubar meio milhão de dólares em apenas alguns dias.

A Check Point® Software Technologies Ltd., fornecedor líder de soluções de cibersegurança a nível global, acaba de lançar as suas previsões de cibersegurança para 2022, evidenciando os principais desafios de segurança com que se irão deparar as organizações no ano que aí vem. Por um lado, os cibercriminosos continuarão a aproveitar-se do impacto da pandemia do COVID-19; por outro, surgirão novas oportunidades de ataque, com destaque para os deepfakes, a criptomoeda, as carteiras digitais e muito mais.

O novo estudo "Uncharted territory: why consumers are still wary about adopting cryptocurrency”, realizado pela Kaspersky, revelou que a falta de conhecimento e confiança são os principais fatores que impedem os consumidores de utilizar as criptomoedas. Este estudo revela ainda que embora 29% das pessoas possuam algum conhecimento sobre criptomoedas e haja procura por esta tecnologia, apenas uma em dez (10%) compreende plenamente como é que elas funcionam.

Os mineiros de criptomoedas são, atualmente, uma tendência recorrente no mundo de cibersegurança. Este software especialista em mineração cria novas moedas recorrendo à energia do computador ou de outros dispositivos móveis da vítima.

No segundo trimestre de 2018, botnets de DDoS atacaram recursos online em 74 países. Pela primeira vez, desde que há registo, Hong Kong entrou no top três de países mais atacados, ocupando o segundo lugar com 17% do total de ataques DDoS com auxílio a botnets, um número cinco vezes superior ao registado anteriormente.

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