Além destas ameaças diretas às crianças, os pais também se preocupam com a forma como o comportamento descuidado dos seus filhos pode afetar o resto da família, como por exemplo a perda de informação pessoal (27%) ou os gastos inesperados resultantes de compras através de jogos online (25%).
“Ser protetor é um instinto paternal, mas o panorama online está a mudar todas as regras. Este relatório revela que os pais temem que o número de ameaças online à segurança dos seus filhos estejam a aumentar, sentindo que muito do conteúdo disponível na Internet não está regulado”, afirma Alfonso Ramírez, diretor geral da Kaspersky Lab Iberia.
Segundo o estudo, perto de dois terços (61%) dos pais com filhos menores de 18 anos preocupam-se com o acesso a conteúdos inapropriados, mas três quartos (76%) de todos os pais não têm qualquer software de controlo parental que os ajude a mitigar estes riscos.
De acordo com um