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A Check Point Research acaba de revelar o seu Brand Phishing Ranking referente ao primeiro trimestre de 2026, e a Microsoft continua a ser o alvo predileto dos cibercriminosos. A gigante de Redmond liderou a tabela com uns expressivos 22% de todas as tentativas de phishing registadas a nível global. O pódio fica completo com a Apple (11%) e a Google (9%), seguidas de perto pela Amazon (7%). De forma alarmante, apenas estas quatro marcas de topo foram responsáveis por quase metade de todos os ataques de usurpação de identidade observados durante os primeiros três meses do ano.

Um poderoso exploit de hacking direcionado ao ecossistema da Apple, conhecido como DarkSword, foi recentemente divulgado na plataforma GitHub, colocando em risco centenas de milhões de utilizadores em todo o mundo. Identificada inicialmente em meados de março pelo Grupo de Inteligência de Ameaças da Google (GTIG), esta sofisticada ferramenta foi originalmente desenvolvida para operações de vigilância altamente direcionadas.

A equipa Global Research and Analysis Team (GReAT) da Kaspersky revelou que o recém-descoberto exploit kit Coruna é, na verdade, uma evolução direta da infame campanha de ciberespionagem "Operation Triangulation". Através de uma análise detalhada ao código, os peritos confirmaram que os exploits de kernel presentes em ambas as ameaças foram desenvolvidos pelo mesmo autor, desmistificando a ideia de que o Coruna seria apenas uma compilação de ferramentas maliciosas independentes recolhidas na internet.

A operadora NOS anunciou o lançamento de duas novas funcionalidades focadas na tecnologia eSIM, desenhadas para simplificar e acelerar drasticamente a experiência dos seus clientes no serviço móvel. Esta mais recente aposta vem reforçar o compromisso da empresa com a inovação e com a desmaterialização dos processos de telecomunicações em Portugal.

Um novo estudo realizado pela empresa de software Omnissa reacendeu o eterno debate tecnológico entre os ecossistemas da Microsoft e da Apple, revelando dados estatísticos altamente favoráveis para os computadores com a maçã trincada. De acordo com o recente levantamento, as máquinas equipadas com o sistema operativo Windows registam bloqueios 3,1 vezes mais frequentemente do que os Macs. Além dos bloqueios parciais do sistema, a frequência de falhas gerais e críticas nos computadores com o software da Microsoft consegue ser 7,5 vezes superior quando comparada com os equipamentos da marca de Cupertino.

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