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De acordo com a sua missão em tornar a indústria de cibersegurança mais forte, a Kaspersky está a preparar-se para abrir o primeiro Centro de Transparência na região da Ásia-Pacífico, que ficará localizado na CyberSecurity Malaysia – a agência nacional da Malásia especialista em cibersegurança – em Menara Cyber Axis, Cyberjaya, perto das principais agências governamentais de cibersegurança do país. 

Assim como em Zurique e Madrid, o Centro de Transparência da Malásia irá funcionar como uma entidade fidedigna para os parceiros e stakeholders governamentais da Kaspersky poderem verificar o código fonte das soluções oferecidas pela empresa. O novo centro irá também funcionar como um centro de informação, onde os convidados têm a possibilidade de saber mais sobre os processos de engenharia da Kaspersky e sobre as suas práticas de processamento de dados.

O novo estudo elaborado pela Kaspersky mostra que perto de metade (46%) das gerações mais velhas em Portugal sente dificuldades em atividades diárias que envolvam a tecnologia e para as quais não tenham apoio imediato. É por isso que, cada vez mais, os jovens portugueses são confrontados diariamente com pedidos como “Podes só… arranjar-me o telemóvel?” ou “Podes só… arranjar o router da internet?”.

Cerca de 41% das gerações mais velhas em Portugal admitem ter muito pouco conhecimento na área da tecnologia. Contudo, 40% dos inquiridos afirma que a utilização que dela fazem, fá-los sentir melhor consigo próprios, mais autónomos e, consequentemente, mais livres. Acredita-se, por isso, que o tão conhecido fenómeno FOMO (fear of missing out) é muito comum entre esta geração, que não se quer sentir desatualizada face à utilização das novas tecnologias.

quarta-feira, 07 agosto 2019 13:00

Kaspersky lança o último relatório trimestral

A atividade de ameaças persistentes avançadas (APT) durante o segundo trimestre de 2019 incluiu uma série de operações dirigidas ou originadas no Médio Oriente e Coreia do Sul. Grande parte da atividade centrou-se em ciberespionagem e na busca por benefícios económicos, mas há pelo menos uma campanha que parece estar a difundir desinformação. Em maio, os investigadores da Kaspersky descobriram infiltrações online de ativos, aparentemente de ciberespionagem, pertencentes a uma entidade iraniana, e concluíram que o agente por trás das mesmas poderia ser o “Hades”, um grupo relacionado com o ExPetr e com o ciberataque aos Jogos Olímpicos no inverno de 2018. Estas foram algumas das tendências reveladas no último relatório.

Na primeira metade de 2019, 430.000 utilizadores foram alvo de conteúdo malicioso destinado a roubar dinheiro, criptomoedas e serviços pagos de Internet. Este número representa um aumento em 7% face ao mesmo período.

O malware financeiro, regularmente identificado como trojan bancário, tem como objetivo roubar dinheiro e dados financeiros, assim como proporcionar aos agentes de ameaças acesso aos ativos e equipas de utilizadores e das organizações financeiras.

De acordo com uma investigação realizada pela Kaspersky, os hackers estão a ganhar cada vez mais vantagem devido à crescente procura por videojogos, o que lhes permite distribuir malware através de cópias falsas dos jogos mais populares. Mais de 930.000 utilizadores foram atingidos por este tipo de ataques nos últimos 12 meses, no período de junho de 2018 a junho de 2019. “Minecraft”, “GTA 5” e “Sims 4” são os jogos mais utilizados para espalhar malware, concentrando mais de um terço destes ataques.

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