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Os jogos online são cada vez mais apelativos para os mais novos, cujo entusiamo os torna alvos fáceis para os cibercriminosos. De acordo com um estudo da Kaspersky, entre julho de 2023 e junho de 2024, as soluções de segurança da empresa identificaram mais de 6,6 milhões de tentativas de ataque, principalmente em jogos como o Minecraft, Roblox e Among Us, que contam com grandes comunidades de jogadores.

Como um firme defensor de uma abordagem colaborativa para combater o cibercrime, a Kaspersky contribuiu para a Operação global da INTERPOL - Synergia II - destinada a interromper ciberameaças como phishing direcionado, ransomware e ladrões de informação. O esforço conjunto reuniu parceiros do sector privado e autoridades oficiais de aplicação da lei, de 95 países membros da INTERPOL, resultando na identificação de mais de 100 suspeitos e na detenção de 41 indivíduos.

Um criador de conteúdos russo publicou recentemente uma análise em vídeo de um modelo de MacBook Pro com o novo chip M4, que ainda não foi lançado, e que criou algum buzz nos meios de comunicação social e nas comunidades tecnológicas. Os especialistas da Kaspersky notaram um aumento da atividade de burla, com os atacantes a explorarem o entusiasmo através da oferta falsas de programas de pré-venda e de testes a produtos que ainda não foram lançados, com o objetivo de roubar o dinheiro e os dados pessoais das vítimas.

A Equipa Global de Investigação e Análise (GReAT) da Kaspersky registou um aumento de 25% na deteção de ameaças persistentes avançadas (APTs) durante o primeiro semestre de 2024. Ao tirar partido das técnicas de machine learning no seu serviço interno, a GReAT descobriu milhares de novas ameaças avançadas que visam os sectores governamental, financeiro, empresarial e das telecomunicações. Estas conclusões foram obtidas através da análise de dados globais sobre ciberameaças da Kaspersky Security Network (KSN).

Os especialistas da Kaspersky detetam um aumento significativo de atividades criminosas online com o início das aulas. Todos os anos, os cibercriminosos exploram o entusiasmo do início de um novo ano letivo e das compras académicas e lançam sofisticadas campanhas de phishing. No entanto, os especialistas alertam para o facto de este ano as campanhas se terem tornado mais direcionadas, com o objetivo específico de roubar dados pessoais de estudantes, professores e administradores do sector educativo.

Os cibercriminosos estão a recorrer cada vez mais a formulários de recolha de dados, em plataformas como o SurveyHeart.com, para executar os seus esquemas. Os especialistas da Kaspersky identificam ataques de phishing que utilizam estes questionários falsos, semelhantes aos formulários da Google, para atacar estudantes da Universidade de Neumann, nos EUA.

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