As mesmas publicações avançam que esta renovação do conceito de Apple Store é uma resposta às lojas programadas pela rival Microsoft. No caso desta loja reaberta em Stanford, antecipa-se à abertura de um ponto de venda da concorrente, programado para breve.
Outros dados indicam que a Apple está a tentar revitalizar a sua unidade de retalho, relativamente estagnada desde 2011 em termos de experiência do consumidor. O Wall Street Journal, por exemplo, avança que a cadeia se tem ressentido da ausência de um líder direto, desde a demissão de John Browett no ano passado. A passagem deste responsável fica, de resto marcada, pela redução de custos ao nível da formação dos recursos humanos, dos orçamentos em 30% para a aquisição de material essencial de papelaria e até cancelamento das encomendas das t-shirts que os colaboradores das lojas devem usar.
Consequentemente as lojas estagnaram, com as vendas a caírem em média 4,5% por cada pé quadrado (1 pé quadrado é igual a 0.092903 metros quadrados).
Há cerca de dez meses que a Apple procura uma nova chefia para a sua unidade de retalho, cargo que terá sido recusado por vários executivos, na medida em que pensam que é impossível mudar a cultura da Apple ou porque a própria gestão de topo da empresa ainda não delineou uma direção clara para as lojas.
De acordo com algumas informações postas a circular na Internet, a Apple vai proceder a alterações no conceito e design das suas lojas.