Os cibercriminosos aproveitam esta despreocupação e criam versões falsas de sites para roubar as credenciais dos utilizadores. A criação de websites falsos que imitam sites de companhias importantes para roubar dados pessoais é uma fraude bastante popular na Internet. Uma proporção importante dos sites de phishing (1 em cada 5, segundo os dados da Kaspersky Lab) é criada para roubar informação financeira.
Os utilizadores ignoram muitas vezes esta ameaça e não tomam as medidas adequadas para se proteger. De facto, o estudo revela que 24% dos europeus nunca tinha ouvido falar de soluções capazes de comprovar a veracidade de um site, ou de prevenir perdas de dados.
Além disso, o estudo aponta que 62% dos inquiridos na Europa já foram pelo menos alvo de uma ameaça online aos seus activos financeiros e 41% dos que perderam dinheiro depois de um ataque online nunca o voltaram a recuperar. Portanto, os utilizadores devem ser o mais precavidos possível quando navegam e devem usar uma solução de segurança que inclua tecnologia de segurança nos pagamentos - esta combinação ajudará a evitar perdas financeiras.
Desde 2012, a Kaspersky Lab incorpora a tecnologia Pagamento Seguro no seu produto para utilizadores domésticos, o Kaspersky Internet Security. Esta tecnologia protege os utilizadores quando realizam transações online.
Quando os utilizadores acedem ao serviço de banca online ou pagamento online, o Pagamento Seguro comprova a legitimidade e a autenticidade dos certificados digitais de segurança. Se o site está nas bases de dados de sites de confiança e o certificado for autêntico, o browser muda para o modo Pagamento Seguro, que impede qualquer possibilidade de malware que intercete a interação do utilizador com o site. Esta tecnologia também impede os Trojans de lerem dados introduzidos através do teclado – graças ao teclado virtual e às ferramentas de segurança do teclado.
A Kaspersky divulgou um estudo onde conclui que quase 30% dos europeus introduzem dados confidenciais (incluindo dados financeiros) em páginas web sem comprovar primeiro se estas são autênticas. Dos países da Europa, Espanha é o mais descuidado, quase o triplo da média do continente. O país onde os utilizadores são mais precavidos é a França, onde só 9% não se certificam da segurança dos sites antes de introduzir informação pessoal.